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DOSAGEM DE ANTITOXINA DIFTÉRICA CIRCULANTE PELA REAÇÃO DE HEMAGLUTINAÇÃO PASSIVA E SUA RELAÇÃO COM A PROVA DE SCHICK EM ESTUDANTES DE MEDICINA

José da Silva Guedes, Sebastião Timo Iaria, Luiz G. Cotillo Z., José Antonio Alves dos Santos, Geraldo Paulo Bourroul

Resumo


Neste estudo relacionou-se a prova ele Schick à dosagem ele antitoxina diftérica circulante pela reação da hemaglutinação passiva. Foram escolhidos para esta pesquisa, os alunos do 2º ano da Faculdade de Ciências Médicas dos Hospitais da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, grupo que em breve passaria a frequentar enfermarias de doenças transmissíveis. Estes alunos não forneceram informações precisas sôbre vacinações anti-diftéricas anteriores. A prova de Schick feita em 118 alunos de ambos os sexos, cuja idade variou entre 19 e 30 anos, revelou 35 (29,7%) Schick-positivos, 76 (64,4%) Schick-negativos e 7 (5,9%) com pseudoreações. Não se observaram reações combinadas. O nível de antitoxina diftérica circulante foi determinado no sôro de 110 dos 118 estudantes, dos quais 35 foram Schick-positivos, 69 Schick-negativos e 6 apresentaram pseudo reações. Dos 35 Schick-positivos, 27 (77,1%) revelaram títulos inferiores a 0,01 UA/ml de sôro e 8 (22,9'%) níveis iguais ou superiores a 0,01 UA/ml. Dos 69 Schick-ncgativos, 51 (73,9%) mostraram-se com níveis iguais ou superiores a 0,01 UA/ml e 18 (26,1%) com títulos inferiores àquele nível Dos 6 individuos que revelaram pseudo-reações, 5 (83,4%) apresentaram nível antitóxico igual ou superior a 0,01 UA/ml e apenas 1 (16,6%) título inferior a 0,01 UA/ml A prova de hemaglutinação passiva mostrou-se um método aceitável. Poderia ser usado na evidenciação da suscetibilidade à difteria, em grupos populacionais, dada a sua simplicidade e rapidez ele execução.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-792X.v20i1p107-115

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