Santos, Jardins da Orla - referência urbana para a comunidade
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i15p81-102Resumo
Este trabalho faz parte do Projeto Portocidade, da Universidade Santa Cecília, uma reflexão sobre a história do desenvolvimento de Santos e uma análise sobre suas perspectivas futuras. A área correspondente aos jardins da orla de Santos, um arco com cerca de 6 km de extensão e uma largura de algumas dezenas de metros, foi objeto de disputas entre os proprietários dos terrenos fronteiriços à praia e o poder público, durante as primeiras décadas do século 20, até que, a partir dos anos 30, teve início a construção de gramados sobre a areia. Na década de 50 a relação que se estabeleceu entre a praia e as edificações que surgiram ao longo da orla, e o aumento da ocupação dessa parte da cidade promoveram mudanças importantes, incorporando definitivamente o jardim à paisagem santista. A partir dos anos 60, a forma de ocupação do jardim e sua caracterização passaram a ser dominantes no debate da comunidade, transformando os jardins da orla na mais marcante referência urbana de Santos. A alteração dos programas de necessidades, das funções e da própria concepção de paisagem, associada a uma crescente importância dada ao transporte individual, geraram conflitos que vêm definindo a maneira como a comunidade vê esse equipamento.Downloads
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Publicado
2002-06-30
Edição
Seção
História
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Como Citar
Banat, A. K. E., & Nunes, L. A. de P. (2002). Santos, Jardins da Orla - referência urbana para a comunidade . Paisagem E Ambiente, 15, 81-102. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i15p81-102