O Sound design da série Twin Peaks e a herança de Alan Splet
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.148627Palavras-chave:
Twin Peaks, televisão, ficção seriada, sound design, cinemaResumo
Este artigo examina o sound design da série televisiva Twin Peaks (TWIN…, 1990-1991), criada por David Lynch e Mark Frost. Analisam-se distorções ou substituições de vozes, técnicas que Lynch havia empregado em um curta e em quatro longas-metragens, com o sound designer Alan Splet. O objetivo é identificar na série, realizada após o término da parceria com Lynch, a persistência do tipo de elaboração sonora de Splet. O exame da mais recente temporada de Twin Peaks (TWIN…,2017) mostra que se intensificaram recursos sonoros das temporadas anteriores, em conjunção com a trama mais ousada em termos narrativos. O artigo fundamentase em Michel Chion quanto ao som e em Luiz Manzano quanto ao sound design. O conceito de brincadeira infinita, de James Carse, e o ensaio de Angela Hague sobre o método investigativo do agente Cooper ajudam a entender a relação entre sonoridade e trama ficcional.
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