Ancoragem e circulação crítica na reconstituição do espaço público em Terremoto santo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155618

Palavras-chave:

Crítica audiovisual, narrativa, ancoragem, complexo crítico

Resumo

Este artigo se propõe analisar as interpretações do curta-metragem Terremoto santo (Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, 2017) ao longo de suas inúmeras esferas de recepção – como o circuito de festivais, a crítica institucionalizada, as redes sociais e as narrativas da própria produção, confrontada com determinadas formas de olhar para o filme. Refletimos, assim, sobre como a obra realiza uma ancoragem em sua circulação, a partir desse complexo crítico, ao recompor suas leituras possíveis, ampliando seu espaço público de circulação e remontando as narrativas que se formaram e que estão à disposição do espectador no momento de sua deliberação.

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Biografia do Autor

  • Eduardo Paschoal de Sousa, Universidade de São Paulo

    Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), bolsista Fapesp, mestre em Meios e Processos Audiovisuais e graduado em Ciências da Comunicação (Jornalismo) pela mesma instituição. É integrante do grupo de pesquisa MidiAto (ECA-USP).

Referências

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Publicado

2019-06-13

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

SOUSA, Eduardo Paschoal de. Ancoragem e circulação crítica na reconstituição do espaço público em Terremoto santo. RuMoRes, [S. l.], v. 13, n. 25, p. 82–103, 2019. DOI: 10.11606/issn.1982-677X.rum.2019.155618. Disponível em: https://revistas.usp.br/Rumores/article/view/155618. Acesso em: 6 fev. 2026.