Avaliação por Pares

Processo de Avaliação pelos Pares

Todos os trabalhos serão avaliados conforme pertinência da temática, clareza, objetividade grau de cientificidade e obediência das normas de publicação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Os trabalhos a serem submetidos devem estar salvados (ou gravados) em formato RTF (Rich Text) ou DOC (Word 97/2003), devido a compatibilidade com edição do layout que será feito por uma equipe designada pelo editor-responsável. Arquivos salvos em formatos diferente de RTF ou DOC poderão ser automaticamente recusados.

A partir da submissão, o editor-responsável encaminha os trabalhos para avaliação, desenvolvida em três etapas: parecer dos avaliadores, resposta do autor, e versão final devidamente revisada com base nas sugestões e pareceres emitidos pelos avaliadores. A equipe de avaliação não tem contato com outros setores da revista como o Conselho Deliberativo, que tem a finalidade de julgar a necessidade de uma nova rodada de avaliação a fim de esclarecer qualquer dúvida não resolvida por dois pareceristas. A elaboração de novas rodadas de avaliação sempre seguirão a necessidade de correções, avaliação de correções realizadas pelos autores em conformidade aos pareceres, com comunicação sem revelar o nome do parecerista envolvido para o autor e sem revelar o nome do autor ao parecerista. Em caso do trâmite ultrapassar o período da publicação em curso, o editor-responsável irá remanejar o trabalho em processo de avaliação com mais rodadas de avaliação para a outra edição, dada a circunstância da consulta aos pareceristas e as correções dos autores não possuir qualquer indicação de recomendação de descarte do trabalho enviado.

  • Processo de avaliação: duplo-cega (Double peer-blind review)

O editor-responsável escolhe dois pareceristas a partir da lista de membros dos conselhos editorial e científico aqueles que tenham especial atuação nas áreas abordadas do trabalho a ser avaliado.

  • Transparência editorial e imparcialidade das avaliações:

Este periódico adota o modelo de garantir uma avaliação com tratamento igualitário e portanto, não pratica a avaliação a partir de indicação do próprio autor como meio de acelerar o trâmite, uma vez entendido que a avaliação perderia a finalidade do enfoque na qualidade do trabalho dentro do contexto científico, já que mesmo com as omissões dos nomes de autor e coautores, a pesquisa já seria de conhecimento prévio com a indicação de avaliadores preferenciais. Como estratégia de mitigar condutas relacionadas à vaidade (vanity press), a Revista Alterjor não publica os prazos de trâmite, especialmente porque quando correções devem ser realizadas por constatação dos avaliadores, o período é naturalmente mais extenso que um trabalho cuja avaliação e deliberação pelo aceite tenha ocorrido na primeira rodada de avaliação e que não deve ser entendida como favorecimento de um trabalho avaliado sobre outro, com diferenças de tempo desde o envio até a aceitação para publicação.

Avaliação de trabalhos produzidos pelos membros do Conselho Editorial: os trabalhos devem ser submetidos com a remoção do nomes dos autores. Como norma de evitar trabalho autoaceito (vanity press), o artigo escrito por um membro do Conselho Editorial deverá passar por uma ou mais rodadas de avaliação e não caberá ao autor, doravante membro de conselho deliberar ou influenciar colegas pela aprovação do próprio texto, uma vez que o editor-responsável tem a finalidade de monitorar a avaliação e em casos de impasse, indicar outros avaliadores ou mesmo decidir pelo descarte dos trabalho submetido.

Sobre endogenia: a Revista Alterjor é uma publicação da Universidade de São Paulo, uma instituição de ensino universitário e portanto, com a possibilidade de ter publicada alguma produção discente dos Programas de Pós-Graduação, uma vez que a própria instituição edita o periódico, a participação de membros externos ocorre por meio de convites e com a aceitação manifestada por essa pessoa. O único critério de rejeição de trabalhos por endogenia se baseia não apenas pela quantidade de trabalhos publicados de autores internos e externos, mas a repetição do mesmo autor em edições sucessivas, passível de enquadramento como Vanity Publishing ainda que os pareceristas recomendem a aceitação do trabalho uma vez que não têm conhecimento do nome do autor nem de sua minibiografia, o editor-responsável irá sugerir ao autor que envie um outro periódico ou aguarde um período de 12 a 18 meses de intervalo (2 a 3 edições semestrais). A única exceção de publicação sucessiva ocorre apenas para trabalhos orientados por um coautor, doravante orientador do texto, que não assume a condição de contato principal nem de primeiro autor - essa ocorrência pode aparecer tanto em trabalhos de autoria interna quanto externa. Também cabe ao editor-responsável a decisão de aceitar ou descartar contribuições com base na quantidade mínima de trabalhos recomendados para a publicação, no caso de revista científica semestral,  de 5 trabalhos por edição e não pela necessidade de cumprimento da meta de ter mais da metade dos trabalhos publicados por autores externos uma vez que os trabalhos rejeitados não devem ser aceitos por questão institucional uma vez que os processos de avaliação ocorrem sem os pareceristas tomarem conhecimento de seus pares nem do autor ou da instituição vinculada a esse autor.

  • Sobre as Editorias convidadas em Dossiês:

Como recomendação da Plataforma Sucupira, a realização de Dossiês científicos devem partir exclusivamente de pessoas completamente externas por meio de contato com o editor-responsável que irá deliberar pela realização da seção de Dossiê em um ou mais fascículos, e esses membros na condição de convidados assumirão funções editoriais dos dossiês, em processos adjuntos ao editor-responsável, como monitorar avaliações, sugerir pareceristas e serem creditadas em caráter extraordinário como membros editoriais não fixos.

  • Sobre a inserção da Universidade como instituição editora:

A Universidade de São Paulo utiliza parte de seus recursos para custeio da Revista Alterjor e a parceria de membros externos nos conselhos sempre ocorrerá por meio de convites encaminhados a partir de recomendações. Diante da necessidade de estabelecer parcerias e projetos de extensão e cooperação acadêmica, pesquisadores externos sempre serão convidados a participar do Conselho Editorial apenas se aceitarem desempenhar as funções editoriais. Como norma de recomendação ética da COPE, nenhum pesquisador será creditado sem aceitar um convite prévio nas funções editoriais, sem consentimento ou sem conhecimento, assim como a indicação às funções editoriais recomendadas exigem pesquisadores atuantes em áreas distintas do conhecimento científico e não por nomes de cientistas célebres.

  • Sobre a autoria

Os trabalhos submetidos deverão conter minicurrículo do(s) autore(s) preenchido no campo Resumo da Biografia, durante o cadastro de metadados do autor, com resumo (ideia geral do texto) com tradução em inglês (abstract) e até cinco palavras-chave (keywords).

  • Sobre a "Remoção de Autoria para Avaliação Cega":

O autor consente que durante a fase de avaliação, quaisquer vínculos acerca da autoria serão eliminados a fim de se julgar o trabalho pelo conteúdo e não por nomes. O autor também consente que a realização de sucessivas rodadas de avaliação tem como finalidade a realização de correções e ajustes e que o tempo de trâmite ocorre para diferentes condições, como por exemplo, estruturação, desenvolvimento, emprego de metodologia e coesão no registro de resultados. Por essas razões os autores consentem que os trâmites nas avaliações seguem critérios científicos e a avaliação pode tanto demorar como ocorrer rapidamente a partir das condições aqui mencionadas.

Uma vez aprovada a pesquisa, a identificação será novamente vinculada a seu(s) respectivo(s) autor(es) por meio dos metadados cadastrados pelos autores durante o processo de submissão de trabalhos neste periódico. Observação: O trabalho deve ser submetido em arquivo válido para editoração eletrônica, em RTF (multiplataforma), ou DOC (Word). Extensões DOCX e ODT também serão aceitas como formato válido de manuscrito (pre-print).

Trabalhos enviados diretamente em PDF serão descartados, pois não permitem a adequação do layout nos padrões da Revista Alterjor. Pedimos cautela quanto a esse quesito a fim de evitar transtornos.

 

Sobre taxas de publicação (APC)

A Revista Alterjor é editada pela Universidade de São Paulo, instituição universitária de Ensino e Pesquisa, que utiliza parte dos seus recursos para financiar este periódico como fonte de divulgação científica e de acesso aberto. Por esses motivos, não há repasse, cobrança ou pagamentos nem em edições anteriores, retroativas, presentes ou futuras. O custeio institucional viabiliza que a Revista Alterjor ofereceça conteúdo aberto tanto para leitores quanto para pesquisadores que desejarem publicar contribuições aqui.
Por essas circunstâncias, NENHUM tipo de pagamento de Taxa de Processamento de Artigo (Article Processing Charge - APC) será cobrado desde o envio nem durante o processo de aceitação para publicação, tanto como para o acesso (SEM AUTENTICAÇÃO, SEM PAGAMENTOS e SEM PAYWALL) imediato após a data de publicação (SEM EMBARGO EDITORIAL)