Jornalismo Independente Feminista: Mídias Brasileiras
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-1507.v29i01p55-71Palavras-chave:
Jornalismo Independente, Feminismo, Mulheres, MídiaResumo
Esse artigo aborda o jornalismo independente feminista e as mídias independentes brasileiras identificadas com o feminismo e as questões de gênero. Realizamos um comparativo entre as sete mídias independentes feministas brasileiras (AzMina, Catarinas, Cientista Que Virou Mãe, Gênero e Número, Lado M, Nós, Mulheres da Periferia e Think Olga), apresentando suas características editoriais e aspectos que orientam a sua prática jornalística. Essas mídias evidenciam temas da agenda feminista para a esfera pública, mostrando outros sentidos através de seus discursos e problematizando as estruturas que geram desigualdades e violências.
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