(Re)politização e lutas identitárias no cinema de horror: mediações em críticas publicadas nos veículos Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Omelete e Adoro Cinema
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-1689.anagrama.2025.260281Palavras-chave:
comunicação audiovisual, cinema de horror, crítica cinematográfica, jornalismo, politizaçãoResumo
Este trabalho busca compreender como a crítica do cinema de horror contemporâneo se transformou nos últimos anos. Para isso, analisamos críticas de obras que propõem representações de questões identitárias, de modo a compreender como se dá a circulação das obras de horror na cultura midiática. Do ponto de vista do desenho metodológico da pesquisa, realizamos um mapeamento não exaustivo e não sistemático de filmes, que foram categorizados a partir das questões sociais/políticas tematizadas; a partir dessa amostragem, realizamos um levantamento de críticas sobre as obras em foco publicadas em quatro veículos – sendo dois deles especializados (Omelete e Adoro Cinema) e dois generalistas (O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo), chegando a um corpus formado por 34 textos, que foram analisados do ponto de vista de recorrências temáticas e pontos de vista mais presentes.
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