"Meu amigo Totoro" e a banalidade cotidiana como poesia
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-1689.anagrama.2024.249933Keywords:
Cinema de animação, Hayao Miyazaki, Cinema de PoesiaAbstract
Este artigo tem como objetivo elaborar uma análise fílmica sobre a animação longa-metragem “Meu Amigo Totoro” (1988), do diretor Hayao Miyazaki, através da representação da banalidade cotidiana. Para isso, são utilizadas referências teóricas tanto ocidentais quanto nipônicas, como o conceito de banalidade cotidiana de Deleuze, o conceito de Ma explorado por Michiko Okano, a ideia de cinema de Poesia de Pasolini, e os princípios animados de Apelo e exagero, desenvolvidos por Frank Thomas e Ollie Johnston. Dessa forma, observamos como Miyazaki usa do cotidiano como poesia ao expressar seu estilo através da perspectiva de suas personagens sobre o mundo ficcional construído em sua obra.
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