Museos y sostentabilidad:un balance de los diez años del Programa Socioambiental en los museos del Instituto Brasileño de Museos (IBRAM)
DOI:
https://doi.org/10.11606/1982-02672025v33e7Palabras clave:
Museu, Sustentabilidade, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, Instituto Brasileiro de MuseusResumen
Los efectos alarmantes de las decisiones políticas, socioeconómicas y culturales ya se perciben en el planeta y multiplican los debates sobre la consideración de la cultura como el cuarto pilar de la sostenibilidad. Este texto se circunscribe a la dimensión ambiental del término sostenibilidad y destaca el papel de los museos en cuanto a su vocación educativa y su función social para el bienestar de la sociedad. Por ello, nos preguntamos sobre las acciones concretas que estas entidades vienen realizando o proponiendo para mitigar y compensar los daños, contribuyendo a la adopción de prácticas y patrones de comportamiento social más sostenibles. Nuestro objetivo es reflexionar sobre el papel de los museos en la sostenibilidad de los territorios a partir de un balance de los diez años transcurridos desde la creación del primer programa socioambiental que forma parte de la estructura de un plan museológico de organización brasileña, a saber, el Museo de la República. El análisis se centró en entidades vinculadas al Instituto Brasileño de Museos, partió de la perspectiva del institucionalismo histórico y utilizó una metodología de recolección de datos cuantitativa y cualitativa. Los resultados alcanzados indican los desafíos para: a) la implementación y mantenimiento de nuevos patrones de comportamiento institucional; b) la importancia de la colaboración, en forma de términos de cooperación técnica y alianzas interinstitucionales, para superar las carencias presupuestarias y de experiencia de estas entidades para llevar a cabo acciones en línea con las recomendaciones internacionales para enfrentar la inevitable emergencia climática. Finalmente, este estudio preliminar señala la importancia de desarrollar y consolidar prácticas museísticas orientadas a los ODS y la Agenda 2030.
Descargas
Referencias
Livros, artigos e teses
BANDEIRA, Adriana; SALADINO, Alejandra; TOLENTINO, Átila. (2022). Políticas do afeto: alguns fragmentos dos cinco anos da Política Nacional de Museus. Lugar comum: Estudos de mídia, cultura e democracia, n.65, p.143-158.
BUITRAGO, Felipe; MÁRQUEZ, Iván. A economia laranja: uma oportunidade infinita. Washington, DC: BID, 2013. DOI: 10.18235/0012837.
CANTAR, Nahir; ENDERE, María Luz; ZULAICA, María Laura. La “arqueología” de la sustentabilidad en la concepción del patrimonio cultural. Revista de Estudios Sociales, Bogotá, v. 75, p. 1-16, 2021. DOI: 10.7440/res75.2021.07.
CARBONELL-CURRALO, Emma Gabriela; VIÑARAS ABAD, Mónica. Museos y desarrollo sostenible. Gestión museística y comunicación digital para alcançar los ODS. Revista de Ciencias de la Comunicación e Información, Madrid, v. 26, p. 79-108, 2021. DOI: 10.35742/rcci.2021.26.e143.
CARVALHO, Ana; CAMACHO, Clara. Addressing sustainability in Portuguese museums and heritage: the role of cultural policies. Heritage, Évora, v. 6, p. 7742-7754, 2023. DOI: 10.3390/heritage6120407.
CARVALHO, Sonia Aparecida de; MACHADO, Maykon Fagundes. O bem-viver como alternativa de desenvolvimento sustentável e de sustentabilidade social e ambiental. Revista Jurídica Luso-Brasileira, Lisboa, v. 7, n. 6, p. 2161-2177, 2021. Disponível em: https://bit.ly/3X4qHr6. Acesso em: 14 mar. 2025.
CHANCEL, Lucas et al. World Inequality Report: 2022. Paris: World Inequality Lab, 2022. Disponível em: https://bit.ly/3VfS5ld. Acesso em: 14 mar. 2025.
DANOWSKI, Déborah; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. ¿Hay mundo por venir? Ensayo sobre los miedos y los fines. Buenos Aires: Caja Negra, 2019.
DAVALLON, Jean; GRANDMONT, Gerald; SCHIELE, Bernard. L’environnement entre au musée. Lyon: Presses Universitaires de Lyon, 1992.
DE LA TORRE, Blanca; GUZMÁN, Kristine. Museos en acción: sostenibilidad en modos y medios. In: ABELEDO SANCHÍS, Raúl et al. Cultura y desarrollo sostenible: aportaciones al debate sobre la dimensión cultural de la Agenda 2030. Madrid: REDS, 2020. p. 48-57. Disponível em: https://bit.ly/4bMKEqN. Acesso em: 14 mar. 2025.
FILGUEIRA, André Luiz de Souza. Racismo Ambiental, Cidadania e Biopolítica: considerações gerais em torno de espacialidades racializadas. Ateliê Geográfico, 2021. DOI: 10.5216/ag.v15i2.69990
FISHER, Mark. Realismo capitalista: é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
FREITAS NETTO, Sebastião et al. Concepts and forms of greenwashing: a systematic review. Environmental Sciences Europe, 32, 19, 2020. Disponível em: https://bit.ly/3UK9pNH. Acesso em: 14 mar. 2025.
GONZÁLEZ, Cristina Gabarda. Museos para la sostenibilidad. In: ABELEDO SANCHÍS, Raúl et al. Cultura y desarrollo sostenible: aportaciones al debate sobre la dimensión cultural de la Agenda 2030. Madrid: REDS, 2020. p. 78-85. Disponível em: https://bit.ly/4bMKEqN. Acesso em: 14 mar. 2025.
HALL, Peter A.; TAYLOR, Rosemary C. R. As três versões do neoinstitucionalismo. Lua Nova, São Paulo, 58, 2003, p.193-223. DOI: 10.1590/S0102-64452003000100010.
HARRISON, Rodney; STERLING, Collin (org.). Reimagining museums: for climate action. London: Museums for Climate Action, 2021. Disponível em: https://bit.ly/4dVqpsU. Acesso em: 14 mar. 2025.
HENRY, Michael C. From the outside in: preventive conservation, sustainability, and environmental management. The Getty Conservation Institute Newsletter, v. 22, n. 1, p. 4-9, 2007. Disponível em: https://bit.ly/3wPXBS0. Acesso em: 14 mar. 2025.
HERCULANO, Selene. O que é racismo ambiental? s.d. Disponível em: https://baiaviva.org.br/oque-e-racismo-ambiental-por-selene-herculano/. Acesso em: 17 mar. 2025.
ICOMOS. The future of our pasts: engaging cultural heritage in climate action. 2019. Paris: Icomos, 2019. Disponível em: https://bit.ly/43NmbRp. Acesso em: 14 mar. 2025.
KRENAK, Ailton. Caminhos para a cultura do bem viver. Rio de Janeiro: [s. n.], 2020.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
LAMPEDUSA, Giuseppe Tomasi Di. Il gattopardo. São Paulo: Record, 2007.
MARTINELL, Alfons. ¿Por qué los Objetivos de Desarrollo Sostenible no incorporan la cultura? In: ABELEDO SANCHÍS, Raúl et al. Cultura y desarrollo sostenible: aportaciones al debate sobre la dimensión cultural de la Agenda 2030. Madrid: REDS, 2000. Disponível em: https://bit.ly/4bMKEqN. Acesso em: 14 mar. 2025.
MINOM-ICOM. Declaración Lugo-Lisboa. Lugo: Minom-Icom, 2020.
MUNIZ, Tiago Silva; SALADINO, Alejandra. Museus e sustentabilidade: reflexões sobre educação museal e emergência climática. Revista Habitus, Goiânia, v. 19, n. 1, p. 39-59, 2021. DOI: 10.18224/hab.v19i1.9009.
NEVES, Eduardo Góes. El formativo que nunca terminó: la larga historia de estabilidad en las ocupaciones humanas de la Amazonía central. Boletín de Arqueología, Lima, n. 11, p. 117-142, 2007. DOI: 10.18800/boletindearqueologiapucp.200701.005.
NEVES, Eduardo Góes. O Velho e o Novo na Arqueologia Amazônica. Revista USP, São Paulo, n. 44, p. 86-111, 1999. DOI: 10.11606/issn.2316-9036.v0i44p86-111.
NEVES, Eduardo Góes. Sob os tempos do equinócio: oito mil anos de história da Amazônia Central. São Paulo: Ubu, 2022.
ROCHA, Anderson. Greenwashing: conceitos, práticas, comportamentos e julgamentos. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) – Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, 2020. Disponível em: https://bit.ly/3FuDwEF. Acesso em: 14 mar. 2025.
SALADINO, Alejandra. The Republic Museum’s Social and Environmental Programme: Proposals and Action for Social Change. Museum International (English ed. Print), v.1, p.80-87, 2014. DOI: 10.1111/muse.12021.
SALADINO, Alejandra; ANGULO, André Andion. O Programa Sócioambiental do Museu da República: o 11º programa de um plano museológico. Revista Museu, [s. l.], 2012. Disponível em: https://bit.ly/429tyS4. Acesso em: 14 mar. 2025.
SALADINO, Alejandra; MUNIZ, Tiago Alves. Percepções sobre patrimônio cultural, efetividades e possibilidades. Cadernos do Lepaarq, Pelotas, v. 17, n. 34, p. 326-336, 2020. Disponível em: https://bit.ly/4aFxKdb. Acesso em: 14 mar. 2025.
SALADINO, Alejandra. Usos e funções do plano museológico. Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, v. 50, p. 184-200, 2018. Disponível em: https://bit.ly/3X2tuB7. Acesso em: 14 mar. 2025.
SALADINO, Alejandra; ZÁRATE-ZÚÑIGA, Diana. Museus, sustentabilidade e bem-estar: reflexões necessárias para consensuar discurso e ação. Revista Museu, [s. l.], 2023. Disponível em: https://bit.ly/3UR1myq. Acesso em: 14 mar. 2025.
SOUZA, Luis Fellipe Dias; LAURENTIZ, Luiz Carlos de. Sustentabilidade, cultura e patrimônio em festas populares: o exemplo da Festa de Agosto. In: ENCONTRO DE SUSTENTABILIDADE EM PROJETO, 7., 2019, Florianópolis. Anais […]. Florianópolis, Ufsc, 2019. Disponível em: https://bit.ly/46OSRcR. Acesso em: 14 mar. 2025.
SANTOS, Boaventura Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos Estudos Cebrap, São Paulo, v. 79, p. 71-94, 2007. DOI: 10.1590/S010133002007000300004.
SANTOS, Boaventura Sousa. Contra a dominação. Jornal de Ideias, Coimbra, p. 27-28, 2017.
Sites
ICOM. Nova definição de museu. São Paulo: Icom Brasil, 2022. Disponível em: https://bit.ly/43PnNKt. Acesso em: 14 mar. 2025.
IBERMUSEUS. Marco conceitual comum em sustentabilidade das instituições e processos museais iberoamericanos. Lisboa: Programa Ibermuseus, 2019. Disponível em: https://bit.ly/427aVOB. Acesso em: 14 mar. 2025.
OXFAM. Igualdade climática: um planeta para os 99%. São Paulo: Oxfam, 2023. Disponível em: https://bit.ly/4dWqegW. Acesso em: 14 mar. 2025.
V&A MUSEUM. Design and society: sustainability. London: V&A Museum, c2022. Disponível em: https://bit.ly/3KfIwMB. Acesso em: 14 mar. 2025.
WORLD INEQUALITIY LAB. World Inequality Report 2022. Paris: WIR, 2022. Disponível em: https://bit.ly/4hydxtn. Acesso em: 14 mar. 2025.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Alejandra Saladino, Bárbara Xavier

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
