Le nuove vedute della capitale: dois arquitetos italianos na cidade da Paraíba no começo do século XX
DOI :
https://doi.org/10.11606/1982-02672026v34e23Mots-clés :
Imigração italiana, Arquitetura, Modernização urbana, João PessoaRésumé
O artigo discute a contribuição dos arquitetos italianos Paschoal Fiorillo (1884-1954) e Hermenegildo Di Lascio (1884-1957) para a transformação da arquitetura e da paisagem urbana da cidade da Paraíba (atual João Pessoa-PB) nas primeiras décadas do século XX, em meio às políticas de modernização, saneamento e aformoseamento da capital paraibana durante a Primeira República, especialmente no governo Camilo de Hollanda (1916-1920). Compreendidas no horizonte da presença italiana na cidade, expressiva em seus aspectos sociais, culturais e econômicos, embora reduzida quantitativamente, as trajetórias de Fiorillo e Di Lascio são vistas como arquetípicas de um conjunto mais amplo e ainda pouco explorado de ações conduzidas por profissionais italianos na construção da cidade no começo do século passado. Considerando o entrelaçamento entre percursos pessoais e profissionais, o artigo ilumina arranjos sociais e as distintas modalidades de trabalho exploradas por Fiorillo e Di Lascio, para dar conta das demandas de um mercado de obras públicas e privadas a um só tempo limitado e instável, em práticas nas quais o manuseio de um variado leque formal de matriz eclética constituía, sem dúvida, um trunfo. Em vista da persistência de cicatrizes do passado colonial na paisagem e na arquitetura da capital paraibana no fin de siècle, e do desconforto que esse atraso estético provocava no contexto da nova ordem de valores instaurada com a República, as mudanças introduzidas por esses profissionais dariam o tom da fugaz e tardia belle époque local, conferindo uma face pública à modernidade almejada nos limites possíveis.
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