Aracy Amaral: una mirada crítica en busca de una identidad nacional en las artes visuales - 1963/1974
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2022.188242Palabras clave:
Aracy Amaral, Crítica del arte, Identidad nacional, Cultura brasileñaResumen
Este artículo trata de la cultura brasileña y la identidad nacional en las artes visuales desde los textos de la crítica del arte Aracy Amaral publicados entre 1963 y 1974. Por lo tanto, se recorre a la análisis directa de sus textos críticos principales en el período y de una bibliografía historiográfica complementaria. Se emplea el concepto de "escisión fáustica" de Marshall Berman como analogía para temas que figuran en Amaral, como el retraso económico y cultural de Brasil y la búsqueda por una identidad nacional. Así, se pretende comprender cómo el discurso crítico de Aracy Amaral problematizó las relaciones, en las artes visuales, entre la identidad nacional y las intervenciones internacionales artísticas y culturales – culminando en la intención de comprender la idea de identidad cultural brasileña en su obra.
Descargas
Referencias
AMARAL, Aracy A. raízes da terra, Correio da manhã, Rio de Janeiro, 1968, n.p.
AMARAL, Aracy A. arte no Brasil (1966), Arte em revista, São Paulo, n. 2, 1979, pp. 29-30
AMARAL, Aracy A. A única esperança (1967). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013a, pp. 162-167.
AMARAL, Aracy A. Arte sem educação (1967). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013b, pp.168-173.
AMARAL, Aracy A. Dos carimbos à bolha (1968). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013c, pp 174-179.
AMARAL, Aracy A. O artista brasileiro e o impasse do seu tempo (1971). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013d, pp. 186-193.
AMARAL, Aracy A. Reflexões: o artista brasileiro II – e uma presença: Cildo Meireles (1971). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013e, pp. 194-200.
AMARAL, Aracy A. Hélio Oiticica (1973). In Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer. São Paulo: Editora 34, 2013f, pp. 215-221.
AMARAL, Aracy A. Entrevista de Aracy Amaral à Ocupação Aracy Amaral (2017), projeto do Itaú Cultural. In OCUPAÇÃO Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2020. Disponível em:<https://www.itaucultural.org.br/ocupacao/aracy-amaral/aracy>. Acesso em: 16 jul. 2020.
ARACY AMARAL. In ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2019. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10/aracy-amaral>. Acesso em: 16 jul. 2020.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte e crítica da arte. Lisboa: Editorial Estampa, 1988.
AVANCINI, José Augusto. A crítica de arte nos anos 70: uma visão, Porto Arte - Revista de Artes Visuais, Porto Alegre, vol. 6, n. 10, nov. 1995, pp. 27-34.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BOSI, Alfredo. Cultura brasileira e culturas brasileiras. In Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
COUTO, Maria de Fátima Morethy. Por uma vanguarda nacional: a crítica brasileira em busca de uma identidade artística (1940-1960). Campinas: Editora Unicamp, 2004.
FREITAS, Artur. História e imagem artística: por uma abordagem tríplice, Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v. 2, n. 34, jan. 2004, pp. 3-21. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2224/1363>. Acesso em: 11 jul. 2020.
FREITAS, Artur. Cisão fáustica e modernismo periférico. In Festa no Vazio: Performance e Contracultura nos Encontros de Arte Moderna, São Paulo: Intermeios, 2017, pp. 67-69.
MOTA, Carlos Guilherme. A cultura brasileira como problema histórico, Revista USP, n. 3, dez. 1986, pp. 8-39.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação (1950-1980). São Paulo: Editora Contexto, 2004.
OITICICA, Hélio. Aspiro ao grande labirinto. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1994.
REIS, Paulo R. O. Exposições de arte: vanguarda e política entre os anos 1965 e 1970, 2005. Tese (Doutorado em História), Curitiba, UFPR, 219f.
REIS, Paulo R. O. Nova Objetividade Brasileira – posicionamentos da vanguarda, MODOS: Revista de História da Arte, Campinas, v. 1, n. 3, set. 2017, pp. 98-114. Disponível em: http://www.publionline.iar.unicamp.br/index.php/mod/article/view/867. Acesso em: 11 set. 2020.
RIBEIRO, Marilia A. Arte e política no Brasil: a atuação das neovanguardas nos anos 60. In FABRIS, Annateresa (org). Arte & política: algumas possibilidades de leitura. Belo Horizonte; São Paulo: C/Arte; Fapesp, 1998, pp. 165-177.
RIDENTI, Marcelo. A agitação cultural-revolucionária nos anos 1960. In O fantasma da revolução brasileira. 2. ed. São Paulo: SciELO-Editora UNESP, 2010. pp. 71-114.
RIVERA, Tania; PUCU, Izabela. Arte, memória, sujeito: bandeiras na Praça General Osório 1968/Bandeiras na Praça Tiradentes 2014, Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n. 96, 2015, pp. 177-190.
SANTOS, Milton Polos de crescimento econômico e justiça social. In Economia espacial. 2ª edição, 3ª reimpressão. São Paulo: Edusp, 2014. pp. 165-183.
TEJO, Cristiana Santiago. A gênese do campo da curadoria de arte no Brasil: Aracy Amaral, Frederico Morais, Walter Zanini. 2017. Tese (Doutorado em Sociologia), Pernambuco, UFPE, 261f.
ZANINI, Walter. As variáveis artísticas nas últimas duas décadas. In História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walter Moreira Salles, 1983, v. 2, pp. 728-820.
ZILIO, Carlos. A querela do Brasil - A questão da identidade da arte brasileira: a obra de Tarsila, Di Cavalcanti e Portinari/1922-1945. Rio de Janeiro: Edição Funarte, 1982a.
ZILIO, Carlos. O nacional e o popular na cultura brasileira: artes plásticas. São Paulo: Brasiliense, 1982b.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Milena Fransolino

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Es responsabilidad de los autores la obtención de la autorización por escrito para usar en sus artículos materiales protegidos por leyes de Derechos de Autor. La revista Ars no es responsable por violaciones de Derechos de Autor hechas por sus colaboradores.
Los autores mantienen los derechos autorales y conceden a la revista el derecho de primera publicación, con el trabajo licenciado bajo Licencia Creative Commons del tipo atribución CC-BY.
Los licenciados tienen el derecho de copiar, distribuir, exhibir y ejecutar la obra y hacer trabajos derivados de esta, desde que den los créditos debidos al autor o licenciador, en la forma especificada por estos.
Después de la publicación de los artículos, los autores permanecen con los derechos autorales y de re-publicación del texto .
