Potências do falso

Auteurs

  • Eric Baudelaire Brown University image/svg+xml
  • Lucas Vieira Eskinazi
  • Nina Guedes

DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.147968

Mots-clés :

Arte contemporânea, Gilles Deleuze, Peter Watkins

Résumé

Neste texto em forma de diário, o artista Eric Baudelaire imagina uma exposição cuja premissa seria questionar através de trabalhos artísticos, as margens entre documento e ficção. Citando realizadores iconoclastas e iconofílicos, uma terceira via é elaborada a partir dos filmes de Peter Watkins borrando tais fronteiras, a fim de repensar a História e suas representações. Também em sua escrita Baudelaire transita do coloquial à crítica de arte. Em viagens, o artista toma nota de acontecimentos casuais relembrando catástrofes como a Shoah e as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagazaki. O título, potências do falso, faz referência ao conceito de Gilles Deleuze, relevante ao se pensar a produção e circulação das imagens no contemporâneo.

 

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Publiée

2018-08-27

Numéro

Rubrique

Traduções

Comment citer

Baudelaire, E., Eskinazi, L. V., & Guedes, N. (2018). Potências do falso. ARS (São Paulo), 16(33), 241-253. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.147968