A revolução dos filhos das empregadas

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DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2025.248002

Mots-clés :

Crítica de arte no Brasil, Reparação histórica, Arte e política, Arte e educação, Arte afro-brasileira

Résumé

O texto aborda as relações entre a História da arte no Brasil e seus diversos tipos de apagamento social. A reflexão está pautada pela iniciativa de compilar análises sobre o papel da crítica na década de 1970, reunidas em livro por Fernanda Torres e Martha Telles, mas também é atravessada por falas proferidas nas palestras do próprio seminário organizado no Museu de Arte do Rio (MAR). São levados em consideração os papéis e os limites da crítica de arte frente às urgências sociais.

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Biographie de l'auteur

  • Marcelo Campos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Professor Associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. Curador Chefe do Museu de Arte do Rio. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes/UFRJ. Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais. Em 2023, organizou o livro Voltaire Fraga: uma Bahia em movimento (Salvador: P55); em 2016, lançou Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos (Salvador: Editora Caramurê), incluindo parte significativa da produção moderna e contemporânea brasileira, em um levantamento de mais de 90 artistas. Realiza curadoria de exposições, desde 2004, em diversas instituições no Brasil.

Références

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Publiée

2026-05-29

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Numéro

Rubrique

Dossiê Deslocamentos da História e da Crítica de Arte: 1970-2020

Comment citer

Campos, M. (2026). A revolução dos filhos das empregadas. ARS (São Paulo), 23, e-248002. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2025.248002