Elefante branco
espaço urbano, ruínas e violência
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2019.145306Palavras-chave:
Pablo Trapero, cinema argentino, espaço urbano, ruínas, violênciaResumo
Pensaremos o filme Elefante branco (Elefante blanco, 2012), de Pablo Trapero, a partir do espaço urbano que ele representa/cria. A ruína enquanto espectro, tanto do fracasso quanto da resistência, modulará a análise dessa produção, que aposta na mobilização de ideias que cercam um universo complexo como a favela – entre elas, além da imagem da ruína, a violência como elemento constitutivo da cotidianidade. Essa mobilização ocorre por meio da vivência de personagens alheios a tal mundo e que escolhem ser parte dele, mergulhando em uma trajetória de aprendizagem que, como tudo no filme, tem a dupla cara de destruição e de construção. Também faremos uma rápida exploração do espaço nos outros filmes de Trapero e das favelas no cinema argentino.
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Direitos autorais (c) 2019 Natalia Christofoletti Barrenha

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