A ciência impossível do ser único
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2026.247929Palavras-chave:
Fotografia, Memória, Luto, Arquivo de Família, Inteligência ArtificialResumo
O ensaio narra a observação de fotografias de família a partir da experiência do luto, recorrendo a um corpo de imagens constituído entre as décadas de 1950 e 2010. A obra investiga a interação entre fotografia, narração e memória, explorando a sinergia entre palavra e imagem. O percurso parte de memórias íntimas e segredos familiares — revelados por fotografias cortadas e arquivos descobertos após a morte — para alcançar uma reflexão crítica sobre as tecnologias de inteligência artificial generativa, propondo diálogos com imagens ritualísticas como os retratos de Fayum.
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