Presence of p-synephrine in teas commercialized in Porto Alegre (RS/Brazil)

Autores

  • Marcelo Dutra Arbo Federal University of Rio Grande do Sul; Faculty of Pharmacy; Department of Analyses
  • Paulini Braun Federal University of Rio Grande do Sul; Faculty of Pharmacy; Department of Analyses
  • Mirna Bainy Leal Federal University of Rio Grande do Sul; Institute of Basic Health Sciences; Department of Pharmacology
  • Elisa Raup Larentis Federal University of Rio Grande do Sul; Faculty of Pharmacy; Department of Analyses
  • Ana Lucia Aboy Federal University of Rio Grande do Sul; Faculty of Pharmacy; Department of Analyses
  • Rachel Picada Bulcão Federal University of Santa Maria; Center of Health Sciences; Department of Clinical and Toxicological Analyses
  • Solange Cristina Garcia Federal University of Santa Maria; Center of Health Sciences; Department of Clinical and Toxicological Analyses
  • Renata Pereira Limberger Federal University of Rio Grande do Sul; Faculty of Pharmacy; Department of Analyses

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1984-82502009000200012

Palavras-chave:

Citrus aurantium, p-Sinefrina^i2^sefeito adver, Laranja-amarga, Chás^i2^sanál

Resumo

Citrus aurantium (laranjeira-azeda) é caracterizada pela presença de p-sinefrina, amina estrutural e farmacologicamente similar à efedrina. Além de poder causar efeitos adversos similares aos da efedrina, atualmente acredita-se que níveis endógenos alterados de p-sinefrina possam estar associados à causa da enxaqueca. Folhas e frutos desta espécie são largamente comercializados na forma de chá e em preparados de erva-mate, sem que sejam considerados os riscos associados ao seu uso. Neste sentido, este trabalho descreve uma pesquisa em chás e preparados de erva-mate comercializados em Porto Alegre, para verificar a presença de C. aurantium e p-sinefrina. Comparando com a quantidade média disponível nas prateleiras dos supermercados, cerca de 20% dos chás e 10% dos preparados de erva-mate declaravam nos rótulos conter C. aurantium. De uma amostragem de 15 chás e 2 preparados de erva-mate selecionados para análise, em todos foi caracterizada a presença de p-sinefrina com níveis variando de 0,0040 a 0,2308%, levando ao alerta de que mesmo sendo naturais, estes produtos podem não ser destituídos de reações adversas.

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Publicado

2009-06-01

Edição

Seção

Original Papers

Como Citar

Presence of p-synephrine in teas commercialized in Porto Alegre (RS/Brazil) . (2009). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 45(2), 273-278. https://doi.org/10.1590/S1984-82502009000200012