Functionality of innovative and generic celluloses in metronidazole formulations
DOI:
https://doi.org/10.1590/S1984-82502011000100006Palavras-chave:
Excipientes^i2^sfuncionalid, Celuloses microcristalinas, Carboximetilceluloses de sódio reticuladas, Croscarmellose, Carmacel, Avicel, Alfacel, Tabletes^i2^sdesintegran, Dosagem farmacêutica^i2^sforResumo
A variedade de excipientes disponível no mercado requer adequada seleção desses no que se refere à sua funcionalidade, como no caso de celuloses microcristalinas (Avicel® 101 e 102 e Alfacel® 101 e 102) e de carboximetilceluloses de sódio reticuladas (Croscarmellose® e Carmacel®), provenientes de diferentes fontes. Assim sendo, o desempenho farmacotécnico desses excipientes deve ser avaliado quanto ao fluxo e característica de compactação do pó, à pressão de expulsão do núcleo, ao perfil de dissolução de comprimidos de liberação imediata e modificada assim como de grânulos flutuantes. Em um trabalho anterior, o excipiente Carmacel® apresentou melhores propriedades de desintegração quando comparado ao Croscarmellose®, porém, no que se refere à característica de compactação a avaliação revelou melhor desempenho para o Croscarmellose®. Tais características foram observadas empregando apenas os excipientes. Porém, tais vantagens não foram confirmadas nos ensaios empregando as formulações de liberação imediata ou de liberação modificada contendo metronidazol. No que se refere às celuloses microcristalinas, a avaliação comparativa entre Alfacel® puro dos tipos 101 e 102 e Avicel® puro dos tipos 101 e 102 revelou melhor desempenho desse último quanto à característica de compactação, no entanto, para as formulações contendo metronidazol não foi possível demonstrar tal vantagem para o excipiente inovador. Porém, o estudo revelou melhor desempenho quanto à característica de compactação da celulose microcristalina do tipo 101. Quanto às propriedades relativas ao fluxo de pó, o Avicel® e o Alfacel® apresentaram desempenho semelhante. Porém, o estudo revelou melhor fluxo de pó no emprego da celulose microcristalina do tipo 102, para ambos os excipientes. Considerando os resultados obtidos, pode-se concluir que o emprego dos excipientes inovador e genérico apresentam vantagens e desvantagens. No entanto, as diferenças observadas tendem a desaparecer em função da diluição desses na formulação, equalizando, dessa forma, sua influência no desempenho do produto.Downloads
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Publicado
2011-03-01
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Seção
Artigos
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Como Citar
Functionality of innovative and generic celluloses in metronidazole formulations . (2011). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 47(1), 41-51. https://doi.org/10.1590/S1984-82502011000100006