Association between diet and polymorphisms in individuals with statin-controlled dyslipidaemia grouped according to oxidative stress biomarkers

Autores

  • Patrícia Borges Botelho University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Food and Experimental Nutrition
  • Cyntia Okoshi Fioratti University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Food and Experimental Nutrition
  • Marcelo Macedo Rogero University of São Paulo; School of Public Health; Department of Nutrition
  • Lucia Pereira Barroso University of São Paulo; Institute of Mathematics and Statistics; Statistics Department
  • Marcelo Chiara Bertolami Dante Pazzanese Institute of Cardiology
  • Inar Alves Castro University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Food and Experimental Nutrition

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1984-82502012000100005

Palavras-chave:

Dieta, Estresse oxidativo^i2^sbiomarcado, Polimorfismo de nucleotídeo único (SNPs), Lipoproteína^i2^soxida, Estatinas, Apolipoproteina E

Resumo

O objetivo deste estudo foi investigar se diferenças na dieta e em polimorfismos de nucleotídeos únicos (SNPs) encontrados no gene da paraoxonase 1 (PON-1), da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A reductase (HMGCR), da proteína de transferência de ésteres de colesterol (CETP) e da apolipoproteina E (APOE) estariam associadas com biomarcadores do estresse oxidativo e, consequentemente, com a suscetibilidade da LDL à oxidação. Técnicas da estatística multivariada foram aplicadas a um grupo de 55 pacientes usando 3 biomarcadores: atividade antioxidante plasmática, concentrações de malondialdeído e LDL oxidada. Indivíduos classificados no cluster III apresentaram um prognóstico negativo em termos de atividade antioxidante e estado oxidativo. Os indivíduos agrupados no cluster I apresentaram o mais baixo nível de estado oxidativo, enquanto que indivíduos no cluster II apresentaram os mais altos níveis de atividade antioxidante. Nenhuma diferença na ingestão de nutrientes foi observada entre os clusters. Concentrações estatísticamente mais altas de γ- e δ-tocoferol foram observadas em indivíduos com mais altos níveis de atividade antioxidante. A regressão linear aplicada não foi estaticamente significativa, sugerindo que os alelos mutantes dos SNPs selecionados não contribuíram para as diferenças nos níveis de estresse oxidativo. Embora não tenha sido estatisticamente significativa, o valor da probabilidade associado ao coeficiente da relação entre ApoE e oxLDL foi de 0,096, indicando que pacientes que carregam o alelo TT da ApoE tendem a apresentar menores concentrações plasmáticas de LDL oxidada. Portanto, as diferenças no estresse oxidativo observadas em nosso estudo não puderam ser atribuídas à dieta e alelos variantes de PON-1, CETP, HMGCR ou ApoE. Nossos dados suportam a influência γ- tocoferol e δ-tocoferol na atividade antioxidante e reforçam a necessidade de mais pesquisas que investiguem a relação entre alelos da Apo E e a oxidação da LDL.

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Referências

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Publicado

2012-03-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Association between diet and polymorphisms in individuals with statin-controlled dyslipidaemia grouped according to oxidative stress biomarkers. (2012). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 48(1), 39-49. https://doi.org/10.1590/S1984-82502012000100005