Aflatoxin M1 in the urine of non-carriers and chronic carriers of hepatitis B virus in Maringa, Brazil

Autores

  • Marcel Padovani Giolo State University of Maringá; Department of Basic Health Sciences; Laboratory of Toxicology
  • Christiane Minervino de Oliveira State University of Maringá; Department of Basic Health Sciences; Laboratory of Toxicology
  • Dennis Armando Bertolini State University of Maringá; Department of Clinical Analysis and Biomedicine; Laboratory of Immunology
  • Maria Valdrinez Campana Lonardoni State University of Maringá; Department of Clinical Analysis and Biomedicine; Laboratory of Immunology
  • Matheus Sampaio Gouveia State University of Londrina; Department of Chemistry; Laboratory of Analytical Chemistry
  • Daisy Pontes Netto State University of Londrina; Department of Preventive Veterinary Medicine; Laboratory of Toxicology
  • Suzana Lucy Nixdorf State University of Londrina; Department of Chemistry; Laboratory of Analytical Chemistry
  • Miguel Machinski Junior State University of Maringá; Department of Basic Health Sciences; Laboratory of Toxicology

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1984-82502012000300011

Palavras-chave:

Aflatoxinas, Biomarcadores, Hepatite B, Carcinoma hepatocelular, Análise toxicológica, Epidemiologia

Resumo

A exposição às aflatoxinas (AFs) na dieta é um fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma hepatocelular (CHC) e a exacerbação da hepatite aguda em indivíduos portadores do vírus da hepatite B (VHB). O uso de biomarcadores, como a aflatoxina M1 (AFM1) na urina, produto de biotransformação da aflatoxina B1 (AFB1), permite avaliar se a população está exposta às AFs. O objetivo do presente estudo foi investigar ocorrência de AFM1 na urina de portadores e não portadores crônicos do VHB. Foi selecionado um grupo, de forma aleatória, representado por 43 portadores do VHB atendidos em dois hospitais da cidade de Maringá, Brasil, no período de Março a Junho/2008. O grupo controle foi composto por 29 voluntários adultos saudáveis anti-HBs positivo e HBsAg negativo. A determinação de AFM1 foi realizada por meio de detecção por fluorescência em sistema de cromatografia a líquido de alta eficiência com derivação pós-coluna utilizando Kobra Cell®. Das 72 amostras analisadas, 05/29 (17,2%) foram positivas para AFM1 em indivíduos não portadores do VHB, e 16/43 (37,2%) de pacientes portadores do VHB. Este estudo demonstrou a ocorrência de AFM1 na urina dos dois grupos estudados. Entretanto, há evidências de que os portadores do VHB possuam alto risco no desenvolvimento do CHC devido ao efeito aditivo pela interação entre aflatoxinas e VHB.

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Publicado

2012-09-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Aflatoxin M1 in the urine of non-carriers and chronic carriers of hepatitis B virus in Maringa, Brazil. (2012). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 48(3), 447-452. https://doi.org/10.1590/S1984-82502012000300011