Pharmacoepidemiological profile and polypharmacy indicators in elderly outpatients

Autores

  • André de Oliveira Baldoni University of São Paulo; School of Pharmaceutical Sciences of Ribeirão Preto; Department of Pharmaceutical Sciences
  • Lorena Rocha Ayres University of São Paulo; School of Pharmaceutical Sciences of Ribeirão Preto; Department of Pharmaceutical Sciences
  • Edson Zangiacomi Martinez University of São Paulo; School of Medicine Ribeirão Preto; Department of Social Medicine
  • Nathalie de Lourdes Sousa Dewulf Federal University of Goiás; School of Farmacy
  • Vânia dos Santos University of São Paulo; School of Pharmaceutical Sciences of Ribeirão Preto; Department of Clinical, Toxicological and Bromatological Analyses
  • Paulo Roque Obreli-Neto State University of Maringá; Department of Pharmacology and Therapeutics
  • Leonardo Régis Leira Pereira University of São Paulo; School of Pharmaceutical Sciences of Ribeirão Preto; Department of Pharmaceutical Sciences

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1984-82502013000300006

Palavras-chave:

Farmacoepidemiologia, Idoso^i2^suso de medicamen, Polifarmácia, Medicamentos^i2^suso racio, Sistema Público de Saúde

Resumo

Este estudo transversal foi realizado por meio de entrevistas com 1000 idosos atendidos em uma Unidade Básica Distrital de Saúde (UBDS) do Sistema Único de Saúde (SUS) no município de Ribeirão Preto. Analisou-se o perfil clínico, socioeconômico e farmacoepidemiológico a fim de identificar os fatores associados à polifarmácia nessa população. Utilizou-se um modelo binomial negativo truncado para análise da associação da polifarmácia com as variáveis independentes do estudo. O software SAS foi utilizado para a análise estatística. O nível de significância adotado foi de 0,05. Os fármacos com maior prevalência de uso foram do sistema cardiovascular (83,4%). Observou-se média de, aproximadamente, sete fármacos por paciente e 47,9% dos entrevistados usavam >7 fármacos. As variáveis que apresentaram associação com a polifarmácia (p< 0,01) foram: mulheres, idade (>75 anos), automedicação, quantidade de problemas de saúde, número de consultas médicas, uso de medicamentos isentos de prescrição médica, uso de psicotrópicos, não realização de exercícios físicos e uso de adoçante. A exposição a todos esses fatores justifica a alta prevalência de polifarmácia entre os entrevistados. Os resultados mostraram a necessidade de adotar medidas de intervenção clínica e educacional e gerencial para analisar e promover a racionalização do uso de fármacos entre os idosos usuários do SUS.

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Publicado

2013-09-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Pharmacoepidemiological profile and polypharmacy indicators in elderly outpatients . (2013). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 49(3), 443-452. https://doi.org/10.1590/S1984-82502013000300006