Safety assessment of cosmetic products, with emphasis on the ocular area: regulatory aspects and validation processes
DOI:
https://doi.org/10.1590/S1984-82502014000400002Resumo
Com o objetivo de comprovar que um produto cosmético é seguro, antes que este seja colocado no mercado, este deve passar por uma série de ensaios biológicos, que avaliem sua segurança, como, por exemplo, os testes de irritação ocular. Porém, poucos artigos científicos trazem a discussão e a evolução sobre os testes de produtos cosméticos realizados na área dos olhos. O objetivo desse trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica sobre a evolução dos testes realizados com cosméticos, na região ocular, bem como descrever as metodologias que já foram utilizadas e as que são aceitas atualmente. No Brasil, são ainda permitidos testes em animais, entretanto, as legislações internacionais indicam fortemente a utilização de métodos alternativos para avaliação de risco de ingredientes e produtos cosméticos. As exigências regulatórias que envolvem o registro desses produtos solicitam também a comprovação de segurança destes produtos em serem humanos. Para a realização dos testes oculares em humanos, é necessário o envolvimento de um oftalmologista na condução de protocolos clínicos. Esses protocolos assinados pelo médico especialista são enviados à Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, a fim de respaldar o fabricante do produto sobre a segurança do mesmo. A comprovação da segurança de um produto cosmético é bastante importante, considerando-se o livre acesso aos consumidores e o amplo uso desses produtos na sociedade atual.Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Referências
Downloads
Publicado
2014-12-01
Edição
Seção
Revisões
Licença
All content of the journal, except where identified, is licensed under a Creative Commons attribution-type BY.
The on-line journal has open and free access.
Como Citar
Safety assessment of cosmetic products, with emphasis on the ocular area: regulatory aspects and validation processes . (2014). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 50(4), 667-676. https://doi.org/10.1590/S1984-82502014000400002