Implante de duas membranas biológicas em microbolsa corneana como modelo experimental de angiogênese

Autores

  • Angélica de Mendonça Vaz Safatle Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Cirurgia, São Paulo, SP
  • Paulo Sergio de Moraes Barros Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Cirurgia, São Paulo, SP
  • Benjamin Eurico Malucelli Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Patologia, São Paulo, SP
  • José Luiz Guerra Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Patologia, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1413-95962002000400005

Palavras-chave:

Angiogênese, Córnea, Membranas Biológicas, Modelo experimental, Rato

Resumo

A angiogênese participa de inúmeros processos fisiológicos e patológicos. Vários modelos experimentais são encontrados na literatura mostrando a importância de seu estudo. Estabelecemos um modelo de angiogênese utilizando duas membranas biológicas -pericárdio e membrana amniótica eqüinas conservadas em glicerina, implantadas em microbolsa em córnea de 63 ratos. Implantou-se pericárdio na córnea direita e membrana amniótica na córnea esquerda, de tal forma que pudemos analisar os resultados em um mesmo animal. As córneas dos animais foram submetidos à análise histológica aos 1, 3, 7, 15, 30 e 60 dias de pós-operatório. A angiogênese induzida pelo pericárdio xenólogo foi mais intensa e mais duradoura que a membrana amniótica xenóloga. Concluímos que ambas as membranas biológicas induziram angiogênese corneana após terem sido implantadas no interior do estroma em ratos, podendo ser utilizadas como modelo de angiogênese.

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Referências

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Publicado

2002-01-01

Edição

Seção

NÃO DEFINIDA

Como Citar

1.
Safatle A de MV, Barros PS de M, Malucelli BE, Guerra JL. Implante de duas membranas biológicas em microbolsa corneana como modelo experimental de angiogênese. Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci. [Internet]. 1º de janeiro de 2002 [citado 7º de fevereiro de 2026];39(4):189-95. Disponível em: https://revistas.usp.br/bjvras/article/view/5965