Oribátidos edáficos do Brasil. I

Autores

  • Carlos Pérez-Inigo Instituto Espannol de Entomologia
  • Domingos Baggio Departamento de Parasitologia. Instituto de Ciências Biomédicas. Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2526-3358.bolzoo.1980.121917

Palavras-chave:

Ácaros, Brasil, Oribátidos

Resumo

Os ácaros oribátidos de 25 amostras coletadas nos solos do Campus da Universidade e da Cidade de São Paulo foram estudados, constituindo a primeira parte de urna pesquisa sobre a fauna oribátida do solo brasileiro. 29 espécies foram encontradas, das quais 10 são bem conhecidas, a saber: Rhysotritia pe- ruensis (Hammer, 1961); Epilohmannia lenkoi Balogh & Mahunka, 1977; Nothu- rus biciliatus Kock, 1844; Hermannobates monstruosus Hammer, 1961; Eremo- belba zicsii Balogh & Mahunka, 1969; Opiella nova (Oudemans, 1902); Manco- ribates rostropilosus Hammer, 1961; Peloribates longicoma Hammer, 1958; Ros- trozetes foveolatus Sellnick, 1925 e Rostrozetes pseudofurcatus Balogh & Mahunka, 1968. Três novos gêneros foram criados: Furcodamaeus (Família Gym- nodamaeidae); Dinoxenillus (Família Xenillidae) e Brasilobates (Família Ori- batulidae). Dezenove novas espécies são descritas: Protophthiracarus brasilien- sis: Steganacarus fonseciai: Forcodamaeus bifurcatus; Xenillus sanctipauli; Xenillus butantaniensis; Dinoxenillus superbus; Pseudotocepheus simplex; Bra- chioppia tropicalis; Teratoppia tropicalis; Teratoppia uspiensis; Oripoda brasi- liensis; Brasilobates bipilis; Seheloribates artigasi; Scheloribates femoroserra- tus; Scheloribates pauliensisr Peloribates anomalus; Galumna similis; Alloga- lumna striata; Pergalumna (?) australis e Pergalumna (?) nasica. Além destas, 2 espécies de outras regiões receberam novos nomes: Pseudccepheus longus Mahunka, 1973 (nom. praecc. Balogh, 1960) foi mudado para Longocepheus ma- hunkai, e, Teratoppia pectinata Balcgh & Mahunka, 1969 (nom praeocc Balogh, 1961) recebeu o nome Teratoppia baloghi.

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Publicado

1980-12-13

Edição

Seção

Artigos