Minha escrevivência, experiências vividas e diálogo com as mulheres indígenas do Rio Negro – Amazonas/Brasil
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v29i1p179-186Palavras-chave:
mulheres indígenas, conhecimento, papeis políticos, movimento indígena, narrativaResumo
Este artigo relata algumas experiências vividas como e com as mulheres indígenas, em particular as narrativas e repasse de conhecimento em forma da oralidade feitos pelas nossas avós, mães, tias e sogras, sobre o que é ser uma “mulher indígena”. Pretende-se abordar os dilemas, mas também os diálogos sobre o papel político das mulheres Rionegrinas do Noroeste Amazônico. Para isso a proposta do trabalho está firmada na oralidade (narrativas), pontos de vistas dos conhecimentos e das falas das mesmas e suas interpretações; a priori ressalto a importância que devemos dar para esses “conhecimentos”, o quanto as vivências dentro do mundo indígena são a ponta chave para manter essas tradições de fortalecimento e valorização destes conhecimentos. Tem sido um grande avanço mostrar o quanto as mulheres têm suas próprias teorias para explicar sua existência no mundo e suas transformações.
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Autorizo a Cadernos de Campo - Revista dos Alunos de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (PPGAS-USP) a publicar o trabalho (Artigo, Ensaio, Resenha, Tradução, Entrevista, Arte ou Informe) de minha autoria/responsabilidade assim como me responsabilizo pelo uso das imagens, caso seja aceito para a publicação.
Eu concordo a presente declaração como expressão absoluta da verdade, também me responsabilizo integralmente, em meu nome e de eventuais co-autores, pelo material apresentado.
Atesto o ineditismo do trabalho enviado.
eISSN: 2316-9133