Mujeres Originarias: Reflexiones con Movimientos de Mujeres Indígenas sobre la Existencia y No Existencia de Feminismos Indígenas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v30i2pe190396%20

Palabras clave:

Karipuna, Mujeres indígenas, Feminismos indígenas, Cuerpo-território, Antropología indígena

Resumen

Este artículo está escrito por una joven del pueblo Karipuna de Amapá, antropóloga y socióloga, quien investiga con mujeres de su pueblo natal, quienes son sus parientes por linaje matrilineal: madre, tías y memoria de la abuela. Junto a las oralidades, diálogos, vivencias y memorias que las indígenas compartimos en los territorios de pueblos y ciudades y con las enseñanzas que los familiares comparten en movimientos y universidades, busco, a través de esta propuesta de artículo, reflexionar sobre los movimientos indígenas de mujeres y sobre los momentos en los que me cuestionaron, en espacios académicos, sobre la existencia o no existencia y sobre lo que sería un feminismo indígena.

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Biografía del autor/a

  • Ana Manoela Karipuna, Universidade Federal do Pará

    Mujer indígena del pueblo Karipuna (Amapá, Brasil). Estudiante de Maestría en Antropología y Sociología de la Universidad Federal de Pará. Miembro de ABIA - Articulación Brasileña de Antropólogos Indígenas

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Publicado

2021-12-30

Número

Sección

Especial

Cómo citar

Soares, A. M. P. dos S. . (2021). Mujeres Originarias: Reflexiones con Movimientos de Mujeres Indígenas sobre la Existencia y No Existencia de Feminismos Indígenas. Cadernos De Campo (São Paulo, 1991), 30(2), e190396 . https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v30i2pe190396

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