Crônica sobre vida e morte
o que/como eu aprendi (d)aquilo que minhas amigas Tukano me mostraram do seu mundo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v29i1p225-246Palavras-chave:
vida, morte, conhecimento, Tukano orientais, mulheres indígenasResumo
Nesta crônica revisito fragmentos de experiências vivenciadas ao longo de quinze anos de trabalho, pesquisa e amizade entre/com mulheres Tukano, Desana, Yeba, Tuyuka, Siriana, Bará e Tariano moradoras dos trechos médio e alto do rio Tiquié, um afluente do rio Uaupés, localizado na Terra Indígena Alto rio Negro, Noroeste Amazônico, buscando apresentar de forma livre, não linear e quiçá indireta, parte do que aprendi e como aprendi os conhecimentos que estas mulheres me mostraram sobre a vida e a morte.
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Autorizo a Cadernos de Campo - Revista dos Alunos de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (PPGAS-USP) a publicar o trabalho (Artigo, Ensaio, Resenha, Tradução, Entrevista, Arte ou Informe) de minha autoria/responsabilidade assim como me responsabilizo pelo uso das imagens, caso seja aceito para a publicação.
Eu concordo a presente declaração como expressão absoluta da verdade, também me responsabilizo integralmente, em meu nome e de eventuais co-autores, pelo material apresentado.
Atesto o ineditismo do trabalho enviado.
eISSN: 2316-9133