Crônica sobre vida e morte

o que/como eu aprendi (d)aquilo que minhas amigas Tukano me mostraram do seu mundo

Autores

  • Melissa Santana de Oliveira Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v29i1p225-246

Palavras-chave:

vida, morte, conhecimento, Tukano orientais, mulheres indígenas

Resumo

Nesta crônica revisito fragmentos de experiências vivenciadas ao longo de quinze anos de trabalho, pesquisa e amizade entre/com mulheres Tukano, Desana, Yeba, Tuyuka, Siriana, Bará e Tariano moradoras dos trechos médio e alto do rio Tiquié, um afluente do rio Uaupés, localizado na Terra Indígena Alto rio Negro, Noroeste Amazônico, buscando apresentar de forma livre, não linear e quiçá indireta, parte do que aprendi e como aprendi os conhecimentos que estas mulheres me mostraram sobre a vida e a morte.

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Biografia do Autor

  • Melissa Santana de Oliveira, Universidade Federal de São Carlos

    Pesquisadora de Pós-doutorado no Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos. Visiting Fellow no Department of Anthropology, London School of Economics and Political Science

Referências

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Publicado

2020-07-08

Edição

Seção

Especial

Como Citar

Oliveira, M. S. de. (2020). Crônica sobre vida e morte: o que/como eu aprendi (d)aquilo que minhas amigas Tukano me mostraram do seu mundo. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991), 29(1), 225-246. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v29i1p225-246