Lendo (e escrevendo sobre) Levrero
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9651.v0i17p173-188Palavras-chave:
Mario Levrero, Roland Barthes, Crítica, Crítica patéticaResumo
Meu propósito neste ensaio é – partindo de uma reflexão produzida anteriormente a respeito de conexões entre algumas propostas de Roland Barthes e a produção final de Mario Levrero – considerar um aspecto da recepção justamente desse entrecho de sua obra (composto por Diario de un canalla, El discurso vacío e La novela luminosa). Assim, continuando na exploração do paralelismo entre propostas de Barthes e potencialidades interpretativas da produção de Levrero, invisto com um pouco mais de vigor na expansão do que poderia ser uma “crítica patética”, e comento o que percebo como estratégias de evitação dessa forma da crítica em ensaios de Adriana Astutti e Sandra Contreras. Por essa via, busco angariar argumentos que destaquem a pertinência de uma inclinação crítica que permita uma aproximação de elementos autobiográficos no processo de, como diz Barthes, “escrever a leitura” (Écrire la lecture).
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