Coleccionista, artista, monstruo: El Duque de Bomarzo en La Boca del Infierno de María Negroni
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9651.v0i17p301-324Palavras-chave:
poesía, reescritura, coleccionista, monstruo, estética radicanteResumo
Ante el pronunciado vínculo entre Bomarzo (1962) de Manuel Mujica Láinez y La Boca del Infierno (2009) de María Negroni, este artículo propone una lectura atenta a las significaciones actualizadas por la reescritura que realiza Negroni, quien ya había realizado una rescritura de alguna zona de la tradición en otras obras anteriores. Esta sostenida estrategia de reelaboración habilita una lectura atenta a los caracteres que definen una estética radicante. En este trabajo, el examen de la correspondencia del sujeto hablante de ambas obras pone en relieve tanto los rasgos sobresalientes de la singularidad de este sujeto (huérfano, coleccionista, artista y “monstruo”) como algunas diferencias en la figuración que cada texto construye. Así, la boca/gruta/cripta del infierno creada por Negroni se abre a las tensiones singularidad/otredad y prolifera a partir de la historia de Bomarzo prestándose a nuevos arraigos que desenvuelven una poética radicante.
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