Autoficción en la novela El orden del mundo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9651.v0i17p373-397Palavras-chave:
Biografía, Bío/grafía, Autoficción, Auto/ficción, NovelaResumo
Este artículo analiza El orden del mundo de Ramiro Sanchiz desde la perspectiva de la autoficción. Analizamos dos elementos de la novela: la idea del libro total y la complejidad del narrador. Este análisis, aliado al concepto de bio/grafía de Maingueneau, nos permite reflexionar sobre la deconstrucción de novela y autobiografía al no aceptarlas como polos antitéticos en lo que concierne a la representación del yo autoral. También dialogamos con autores que discuten desde una perspectiva teórica el concepto de autoficción en El yo fabulado (Casas, 2014). Ese diálogo nos conduce a sugerir el abandono de la perspectiva que considera la autoficción como género o subgénero literario. Proponemos un desplazamiento semiótico del término autoficción hacia auto/ficción en el cual la barra expresa la opacidad, inestabilidad y reciprocidad constitutivas en la relación que se establece entre el yo autoral y el texto al redactar un manuscrito que recaerá
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