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				<journal-title>Revista Caracol</journal-title>
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					<subject>RESENAS</subject>
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				<article-title><italic>Los estudios literarios en Argentina y en España. Institucionalización e internacionalización. 1.Teoría en tránsito. Arqueología de la crítica y la Teoría literaria españolas de 1966 a la posdictadura</italic>. (2022), de Max Hidalgo Nácher</article-title>
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						<surname>Scramim</surname>
						<given-names>Susana</given-names>
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					<bio>
						<p>Professora de Teoria Literária da UFSC, publicou Pervivências do arcaico: a poesia de Drummond, Murilo Mendes e Cabral e sua sombra (7Letras, 2019), Alteridades na poesia: riscos, aberturas, sobrevivências (Iluminuras, 2016) e Carlito Azevedo (EDUERJ, 2010). É pesquisadora da poesia brasileira moderna e contemporânea e da teoria da modernidade.</p>
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					<institution content-type="original">Professora de Teoria Literária da UFSC. Contato: sscramim@uol.com.br Brasil</institution>
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					<email>sscramim@uol.com.br</email>
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			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
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				<source>Los estudios literarios en Argentina y en España. Institucionalización e internacionalización. 1.Teoría en tránsito. Arqueología de la crítica y la Teoría literaria españolas de 1966 a la posdictadura</source>. (<year>2022</year>), de <person-group person-group-type="author">
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						<surname>Nácher</surname>
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		<p>O livro em questão nesta resenha diz respeito a um dos dois tomos a partir dos quais será erigida a obra “Los estudios literarios en Argentina y en España. Institucionalización e internacionalización”, a cargo de Max Hidalgo Nácher e Analía Gerbaudo, respectivamente.</p>
		<p>No primeiro Tomo, escrito por Max Hidalgo, o autor dá conta de expor e analisar os primeiros movimentos da intelectualidade espanhola no que diz respeito ao processo de institucionalização da teoria literária na Espanha, ou ainda, poder-se-ia acrescentar, Hidalgo narra, e arrisca-se a interpretar, a passagem dos tradicionais estudos da literatura na Espanha à atualidade. Atividade de intelectuais, a prática da crítica fundada na teoria literária é analisada como um exercício que ainda insiste em reafirmar seu desejo de manter os laços com a tradição anterior ao advento da teoria literária interdisciplinar para ser uma constante nesse mapa que Hidalgo acaba por desenhar. O fundamento da hipótese interpretativa de Hidalgo assenta-se na leitura de um processo de desenvolvimento socioeconômico da Espanha após o término da Segunda Guerra Mundial visto por ele uma lenta progressão a qual me conduz a associar a configuração teórico-crítico-cultural da Espanha do século XX à da formação de uma “consciência amena do atraso” (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Candido, 1989</xref>, 155), em que a presença da tradição anterior à visão progressista da história funciona como “garantia” ao medo do fracasso que o avanço inexorável do processo histórico do capitalismo industrial impinge a quem aceita sem restrições sua implementação.</p>
		<p>A promessa do segundo Tomo da referida obra, ficará a cargo de Analía Gerbaudo quem terá a tarefa de complexificar aportes analíticos ao material que ela já reuniu em etapa anterior (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Gerbaudo, 2016</xref>) no que diz respeito às práticas de leitura/ensino da teoria literária fomentadas pela prática interdisciplinar quando de sua inserção nos currículos universitários da Argentina após o término da última ditadura militar. A hipótese de leitura de Gerbaudo se constrói a partir da constatação da intensa internacionalização gerada pela presença de intelectuais argentinos no exterior e dos debates suscitados pela leitura teórica da literatura, tanto no que diz respeito à literatura comparada quanto aos estudos literários circunscritos à literatura argentina. Gerbaudo lê os processos de institucionalização dos estudos literários na Argentina como fruto de uma compreensão profunda e crítica do processo de inserção de seu país no capitalismo internacional. Em uma ação expansiva e teoricamente embasada, os estudos literários na Argentina se inserem no âmbito internacional a partir de uma consciência dos processos de globalização por parte de seus intelectuais.</p>
		<p>Hidalgo retoma - para criticá-la - a hipótese de leitura de José Vidal Beneyto e de Carmen Martínez Romero de que houve um atraso na renovação da teoria literária em torno do formalismo, do estruturalismo e da semiótica. Segundo Hidalgo, não se trataria de um “atraso”, mas de uma cronologia local que tem correspondências com o que ocorreu na Argentina e no Brasil, ressaltando que o que os diferencia são os usos, interpretações e penetração dos textos veiculados pelos intelectuais que levaram a cabo as tarefas de renovação.</p>
		<p>Convém distinguir que o fundamento de autoexclusão do mundo do capitalismo industrial com o qual Hidalgo lê o processo de institucionalização dos estudos literários na Espanha não acontece motivado pelas mesmas causas com as quais Antonio Candido lê a construção de uma “consciência amena do atraso” na cultura brasileira. Hidalgo delimita sua leitura à segunda metade do século XX. O que o leva a um arquivo documental produzido, reproduzido e conservado durante a ditadura de Francisco Franco. A partir desse quadro, não são comparáveis, no conjunto de sua leitura, o atraso espanhol e o atraso brasileiro e o movimento gerado no coração da cultura espanhola para superar esse atraso. Entre os acontecimentos que fizeram a Espanha se colocar na disposição à superação, há fatores importantes, como Hidalgo destaca fortemente em seu estudo, que foram - e seguem em atividade - a produção intelectual e cultural na Espanha de exilados da ditadura cívico-militar na Argentina (1976-1983) e a inserção da Espanha na Comunidade Econômica Europeia. Antonio Candido atribuiu o atraso da produção intelectual brasileira na formação colonial e no país ainda pré-industrial à falta de um projeto de transmissão da cultura europeia, causado principalmente pela ausência das instituições culturais, entenda-se a escola, a imprensa e o sistema editorial (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Candido, 1975</xref>). Portanto, a causa do atraso para Candido não é devida a um isolamento cultural resultado de um nacionalismo puritano exacerbado, conforme Hidalgo analisa o processo de atraso espanhol durante a ditadura do Francisco Franco. Nos anos da ditadura cívico-militar no Brasil (1964-1986), a inserção do país no sistema capitalista pós-industrial não altera substancialmente o quadro, que já era bem ruim, em que pese todos os esforços para promoção, por parte do Estado autoritário, de um acerto nos ponteiros do relógio do “progresso” nacional com a busca mais intensa pela internacionalização da ciência e cultura. Candido alerta para a falácia da promessa oferecida por esse modelo de modernização uma vez que reforçava uma modernidade relativa, exigida pelo capital internacional e por ele também controlada. Nas suas análises posteriores ao livro Formação da literatura brasileira, a saber “Literatura de dois gumes”, lido na Universidade de Cornell em 1966, e “Literatura e desenvolvimento”, publicado em francês em 1970, e reunidos em livro em 1989, A educação pela noite e outros ensaios, no qual foram incluídos os ensaios “A revolução de 1930 e a cultura” (1980) e “A nova narrativa” (1979), Candido revê sua hipótese de leitura do processo de formação da literatura brasileira como “consciência amena do atraso”, já que a aliança entre elites e progresso não resultou em outra situação que não fosse a da continuidade do processo autoritário e segregador da modernização com bases na inserção do país na lógica das metrópoles, não mais coloniais, porém, todavia, financeiras. A integração da literatura brasileira ao Ocidente moderno passa a ser vista por Candido como resultado de uma ambivalência: é ao mesmo tempo instrumento de inserção e de dominação: “somos um continente sob intervenção”. (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Candido, 1989</xref>, 146). Diferentemente, na Espanha cultural analisada nos documentos selecionados por Hidalgo, o atraso se deu por uma decisão soberana em nome de uma “pureza” ou “radicalidade” de uma suposta essência espanhola, isso promoveu o “isolamento”; todo o contrário da buscada internacionalização nos países na periferia do capitalismo financista. O que não quer dizer que as marcas teleológicas do pensamento espanhol nos anos de Francisco Franco não apontassem para o liberalismo, ainda que balizado pelo catolicismo. O hispanismo rejeitava a teoria porque, segundo Hidalgo, ela fazia aparecer as contradições e ligações nada “naturais” entre o catolicismo, o nacionalismo e o liberalismo econômico.</p>
		<p>A leitura operada pelo trabalho investigativo de Max Hidalgo dá conta de examinar uma quantidade gigantesca de documentos culturais, muitos deles esparsos, produzidos durante a ditadura de Francisco Franco e também daqueles elaborados na transição espanhola à democracia. Examina esses documentos para demonstrar sua hipótese de leitura cujo objetivo é perguntar-se em que medida e a partir de quais valores os métodos e pressupostos da modernização espanhola na segunda metade do século XX corroboraram ou não a construção de um sistema cultural digno de um legado democrático. É bastante claro o objetivo da tarefa acadêmica nesse livro de Hidalgo, quer seja, incorporar algo que ele entende como “falta” na produção intelectual na Espanha: o político, em especial no que diz respeito aos estudos literários. Na primeira parte do livro, onde faz um levantamento bibliográfico dos trabalhos investigativos sobre a produção dos discursos crítico-teóricos na Espanha, em especial daqueles que chegaram à conclusão de que o discurso crítico espanhol se mistura com a história ditatorial política e literária, Max Hidalgo declara que: </p>
		<disp-quote>
			<p><italic>Nuestra investigación parte de estes estudios previos y pretende aportar una visión sintética y panorámica de cómo los llamados “estructuralismos” friccionaron desde la segunda mitad de los años sesenta con las prácticas críticas locales para, a través de ello, abordar los que consideramos que son, hoy en día, algunos de los problemas principales de nuestra propia historia crítica.</italic> (58)</p>
		</disp-quote>
		<p>A análise do processo de institucionalização da teoria literária na Espanha estabelece algumas datas importantes no trabalho de Hidalgo, são elas: o começo do fim da ditadura de Franco que se materializa na determinação do governo espanhol da saída do isolamento internacional a que foi submetido por essa mesma ditadura e o acontecimento da formalização dos Departamentos de Teoria Literárias nas universidades espanholas em 1984. O conceito de circulação, tomado a partir de Gilles <xref ref-type="bibr" rid="B4">Deleuze (2006 [1972]</xref>, 571), compreende a estrutura desse movimento em direção aos usos éticos da política literária, como não teleológico, assim o explica Hidalgo, não como um caminho a um final feliz da história que se quer expor, senão como triangulação que “obliga a descentrar las historias nacionales”. (67). Disso resulta a leitura de um conceito como o de exílio compreendido a partir de uma lógica da circulação. Diferentemente de outras leituras sobre a cultura da metrópole em suas ex-colônias, o conceito de exílio não será analisado como fator de aculturação e sim como movimento entre culturas. Com Roland Barthes, Hidalgo retoma a diferença mais produtiva do conceito de circulação em detrimento ao de influência, porque, segundo o teórico francês incorporado por Hidalgo, o que se transmite não são ideias e sim linguagens, vale dizer, “formes que l'on peut remplir différentement”. (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Barthes, 1964</xref>, 616). Disso deriva a interessante leitura que Hidalgo opera do exílio, e a complexidade de suas premissas se dão justamente porque não compreende o exílio como uma categoria assentada em uma ideia do “nacional” metropolitano que se enxerta em outro “nacional” de estirpe local e colonizada. Ao contrário, o exílio faz parte do conceito de “circulação” da teoria com o qual Hidalgo lê o processo de sua institucionalização. Desse modo, é possível ver de que maneira nas narrativas do exílio literário espanhol na América e nas do exílio intelectual argentino na Espanha os intercâmbios foram alterando a teoria da influência europeia nas culturas latino-americanas. Portanto, o “retraso” não resulta em “hispanismo” ou “hispanofilia” - como a “consciência amena do atraso” resulta em “lusofilia” - mas se ramifica em cultura espanhola “en tránsito”</p>
		<p>A edição do livro, realizada pela editora da Universidad Nacional del Litoral, em Santa Fe, na Argentina, conta com um prefácio de Nora Catelli, uma das mais importantes intelectuais do exílio argentino na Espanha, do período da transição à democracia espanhola, campo de atuação amplamente estudado por Hidalgo. Catelli ressalta no trabalho de Hidalgo o seu quase exotismo em relação ao meio acadêmico espanhol atual. Em que pese ser uma vox sola, Catelli reconhece que Hidalgo se esmera em constituir uma comunidade, que seja assim mesmo periférica e não-nacional, mas uma comunidade de pesquisadores que desejam escrever uma das histórias possíveis da intelectualidade peninsular. Consta ainda na edição o epílogo de Raúl Antelo, intelectual importante do exílio argentino que, no lugar de procurar a zona de intercâmbio na Europa, elegeu o Brasil como ponto a partir do qual operar o trânsito entre a teoria, a América Latina e o planeta. Antelo destaca no epílogo que a teoria é profecia, é o futuro do passado que faz com que as vias de mão única da modernização reflexa se alternem em diferentes direções que não apenas a do progressismo ocidental, branco e europeu. Refere-se à imensa quantidade de documentos e materiais esparsos recuperados por Hidalgo no seu intento de escrever uma história a partir de trabalhos que ainda não foram terminados, e com todas as dificuldades, inclusive de essas mesmas obras virem a fracassar, o que seria o mesmo que escrever uma história sob a iminência da ruína. Sendo assim, ressalta Antelo, Teoría en tránsito é um sinal de sobrevivência, de mescla de sintoma e fantasma, de um obstáculo, e de um rastro que comprova a verdadeira vocação do processo histórico.</p>
		<p>O livro de Max Hidalgo Nácher, Los estudios literarios en Argentina y en España. Institucionalización e internacionalización. 1. Teoría en tránsito. Arqueología de la crítica y la Teoría literaria españolas de 1966 a la posdictadura, se constitui em uma excelente leitura cujo resultado é um dos mapas mais interessantes das últimas décadas para compreensão da Teoria Literária na Espanha.</p>
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			<title>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</title>
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				<mixed-citation>Barthes, Roland. Je ne crois pas aux influences. OEuvres complètes II (615-618). Seuil, 2002.</mixed-citation>
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				<mixed-citation>Candido, Antonio. Formação da literatura brasileira. Momentos decisivos. 1. Volume (1750-1836). Belo Horizonte/Rio de Janeiro: Ed. Itatiaia. 1975.</mixed-citation>
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				<mixed-citation>Candido, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: ed. Ática, 1989.</mixed-citation>
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				<mixed-citation>Deleuze, Gilles. “Em que se pode reconhecer o Estruturalismo”. In: A ilha deserta e outros textos. 2. Reimpressão. São Paulo: Iluminuras, 2006.</mixed-citation>
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