Patrimônios, bens e apelos culturais em áreas periféricas: o município de Magé na Baixada Fluminense em debate
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v37i1p100-120Palavras-chave:
Patrimônio Cultural, Periferia, Participação Social, MagéResumo
Os debates contemporâneos sobre o patrimônio cultural vêm sendo concebidos por diversos atores, tangenciados por questões relativas à diversidade cultural e à participação social, antes negligenciadas pelos aparatos e formas de instrumentalização legal. Os Decretos 3.551, de 2000, e 5.753, de 2006, são marcos legais nesta mudança, inovando as formas de ação e promovendo visibilidade aos patrimônios de áreas periféricas. A partir dessa concepção, este artigo busca discutir sobre as bases que fundamentam esta nova concepção sobre o patrimônio cultural, no Brasil, o papel da participação social e como a periferia vem ganhando visibilidade neste novo contexto. Para ilustrar, é discutido este cenário em Magé, um município da periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e as iniciativas lá desenvolvidas.
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