Papéis sociais de feminilidade e masculinidade nos casamentos entre pessoas de nacionalidades diferentes
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v33i1p91-110Palabras clave:
imigração, gênero, papéis sociaisResumen
Este artigo é fruto da minha tese de doutoramento em Sociologia, a qual discutiu a construção dos papéis sociais de gênero em casamentos entre mulheres brasileiras e homens imigrantes residentes na cidade de Aracaju. Neste texto busco analisar os papéis sociais de feminilidade e masculinidade apresentados no decorrer das entrevistas. Para tanto, faço um percurso histórico sobre esse olhar de feminino e masculino, e por fim articulo com os dados colhidos nas entrevistas semi-estruturadas com nove casais. O resultado das entrevistas demonstra que não há diferenças significativas entre os papéis sociais desempenhados por homens e mulheres em casamentos endogâmicos, quando comparados aos casamentos entre pessoas de nacionalidades diferentes.
Descargas
Referencias
BRITES, J. Serviço Doméstico: um outro olhar sobre a subordinação. In: Gênero, Cultura e Poder. Florianópolis: Editora Mulheres, 2004. p. 111–131.
CONNELL, R. W. Políticas da masculinidade. Políticas da masculinidade, v. 20, n. 2,p. 185–206, 2017.
G1. Em vídeo, Damares diz que “nova era” começou: “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” .
GIRONA, J. R. Migrantes por amor: La búsqueda y formación de parejas transnacionales. Revista de Antropologia Iberoamericana, v. 2, n. 3, p. 430–458, 2008.
GIRONA, J. R. et al. Amor importado, migrantes por amor: La constitución de parejas entre españoles y mujeres de América Latina y de Europa del Este en el marco de la tansformación actual del sistema de género en España. Tarragona: Instituto de La Mujer, 2009.
GIRONA, J. R. I; MASDEU, M. S.; PUERTA, Y. B. Migraciones por amor: diversidad y complejidad de las migraciones de mujeres. Papers Revista de Sociologia, v. 97, n.3, p.685–707, 2012.
GOMES, M. S. O Imaginário Social “Mulher Brasileira” em Portugal: Uma Análise da Construção de Saberes, das Relações de Poder e dos Modos de Subjetivação. Revista de Ciências Sociais , v. 56, n. 4, p. 867-900, 2013.
HENNING, C. E. Interseccionalidade e pensamento feminista: as contribuições históricas e os debates contemporâneos acerca do entrelaçamento de marcadores sociais da diferença. Mediações - Revista de Ciências Sociais, v. 20, n.2,p. 97,12 fev. 2016.
PARENT IN SCIENCE MOVEMENT. Produtividade acadêmica durante a pandemia: Efeitos de gênero, raça e parentalidade. https://www.ufrgs.br/ciencia/wp-content/uploads/2020/07/LevantamentoParentinSciencePandemia.pdf, v. Acessado e, p.13, 2020.
PISCITELLI, A. “Papéis”, interesse e afeto, relacionamentos amoroso/sexuais e migrações. In: Diásporas, mobilidades e migrações. Florianópolis: Mulheres, 2011.
RAPOSO, P.; TOGNI, P. C. Fluxos Matrimoniais Transnacionais entre brasileiras e portugueses: Gênero e imigração. Lisboa: ACIDI, 2009.
ROHDEN, F. A construção da diferença sexual na medicina. Cad. Saúde Pública, v.19, n. Sup 2, p. S201–S212, 2003.
SCOTT, J. Gênero: Uma Categoria Útil Para Análise Histórica. Educação & Realidade, p. 1–35, 1995.
SENKEVICS, A. S.; POLIDORO, J. Z. Corpo, gênero e ciência: na interface entre biologia e sociedade. Revista da Biologia, v. 9, n. 1, p. 16–21, 2012.
TORRES, A. Sociologia do Casamento: A família e a questão feminina. 1a ed. ed. Oeiras: Celta Editora, 2001.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Liliana Aragão de Araújo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.