Espaços de misericórdia em São Paulo: ancestralidade

Autores

  • Maria Candelária V. Moraes Universidade Metropolitana de Santos image/svg+xml
  • Sandra Regina Colucci Universidade Metropolitana de Santos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v31i2p175-196

Palavras-chave:

Caridade, Santas casas de Misericórdia, Crianças abandonadas

Resumo

Este artigo trata de práticas de caridade associada à questão do abandono de crianças, e neste sentido das intervenções nas relações entre mães e filhos, principalmente aquelas promovidas pelas Santas Casas de Misericórdia. A Santa Casa de São Paulo, de acordo com seus princípios de misericórdia, instalou em 1825 uma Roda para Enjeitados, que aos poucos passou a ser identificada como espaço de infantes perigosos, e não mais como de infantes em perigo. O Estado passaria a ter a tutela dessas crianças considerando que elas estariam “sob o efeito da ausência dos pais”. 

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Biografia do Autor

  • Maria Candelária V. Moraes, Universidade Metropolitana de Santos

    Mestre em História pela PUCSP. Professora do curso de História e de Arqueologia da UNIMES. Coordenadora dos cursos de História, Arqueologia e Geografia da UNIMES

  • Sandra Regina Colucci, Universidade Metropolitana de Santos

    Doutora em História pela PUCSP. Professora do curso lato senso de História da PUCSP e do curso de História da UNIMES

Referências

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Publicado

2020-08-16

Como Citar

Moraes, M. C. V., & Colucci, S. R. (2020). Espaços de misericórdia em São Paulo: ancestralidade. Cadernos CERU, 31(2), 175-196. https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v31i2p175-196