Faces da guerra
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v22i2p95-108Palavras-chave:
Tanato-política, Tecnologia, ViolênciaResumo
Este artigo desenvolve uma reflexão sobre as características e significados da guerra com base no documentário Falcão, meninos do tráfico, de MV Bill e Celso Athayde. Trata-se de uma forma de guerra cujo discurso legitimador está pautado na inevitabilidade, em uma sensação de que não há outro caminho possível e na prevenção de uma provável violência, pior do que a praticada pela guerra. É um discurso que encontra seu espaço na institucionalização do medo, na supressão do sujeito de direito e na perda do humano. É a banalização da vida e da morte em favorecimento de uma razão técnica. Falcão, com base no depoimento de “meninos” envolvidos no tráfico de drogas em uma favela carioca, busca explorar o lado que a sociedade se esforça por manter obscuro, desconhecido, a vida e as razões de quem escolhe, “por falta de opção”, a vida do tráfico ou, como eles dizem, “a firma”.Downloads
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Publicado
2011-12-17
Edição
Seção
Dossiê Amazônia
Licença
Direitos autorais (c) 2011 Camila Gonçalves de Mario

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Como Citar
Mario, C. G. de. (2011). Faces da guerra. Cadernos CERU, 22(2), 95-108. https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v22i2p95-108