Sobre uma cultura religiosa errante e a redefinição da pertença religiosa nesse final de século
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v12i0p151-159Palavras-chave:
Religião, Modernidade, GlobalizaçãoResumo
O objetivo deste artigo é discutir a capacidade das religiões de se apresentarem como um importante recurso simbólico para enfrentar os principais problemas éticos relativos à nova ordem social global. Através da interpretação do "Encontro para a Nova Consciência" de Campina Grande, no nordeste brasileiro, que reúne diferentes pessoas religiosas — desde pessoas com formação cristã ortodoxa, passando por outras provenientes de religiões afro-brasileiras e de Novos Movimentos religiosos, como Santo Daime, até adeptos de práticas espirituais heterodoxas, como as da Nova Era — será oferecido o seguinte argumento: o Encontro de Campina Grande coloca em evidência um desafio que tem a ver com uma antinomia característica de nossa época — a simultaneidade de experiências relativas à valorização tanto das relações intracomunitárias quanto das relações transcomunitárias.
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