Obstacles and challenges for female Brazilian psychology researchers
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-0490.cpst.2025.212776Keywords:
Scientific excellence, Gender, Humanities, PsychologyAbstract
Modern science operates on the basis of gender, race, and class inequality, favoring the achievement of scientific excellence for men. This study aims to analyze the challenges and obstacles for female research productivity fellows CNPq in psychology. This quali-quantitative research with a non-probabilistic sample of 85 women from 204 productivity fellows registered at CNPq and respondents to an online questionnaire registered in the SurveyMonkey tool. Among the 85 participants, 24 integrated this qualitative remote interview stage. Results indicated the predominance of white, cis, heterosexual women from the Brazilian Southeast. The main challenges and obstacles are related to a scenario of internal dispute within the various areas of science and technology and the changes in the world of academic work. Productivity fellowships show feelings of satisfaction for the academic recognition and discouragement due to an overload of activities and functions. Scholars face numerous barriers to sustaining scientific excellence related to the organization of academic and domestic work.
Downloads
References
Anzaldúa, G. (2000). Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos
Feministas, 8(1), 229-236. https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/9880
Bock, A. M. B. (2003). Psicologia e sua ideologia: 40 anos de compromisso com as elites. In A. M. B. Bock (Org.), Psicologia e o compromisso social (pp. 15-28). Cortez Editora.
Carneiro, S. (2011). Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. Selo Negro.
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – CGEE. (2020). Diagnóstico das Ciências Humanas, Sociais Aplicadas,
Linguística, Letras e Artes (CHSSALLA) no Brasil. https://www.cgee.org.br/documents/10195/11009696/CGEE-2020-CHSSALLA.pdf/11b5fc64-5554-42d4-baf0-46a73639b1a1?version=1.4
Costa, C. F., & Silva, S. M. G. (2019). Novo neoliberalismo acadêmico e o ensino superior no Brasil. REAd, Revista
Eletrônica de Administração (Porto Alegre), 25(3), 6-35. https://doi.org/10.1590/1413-2311.251.89569
Cunha Souza, R. D. T. (2021). Ciência e gênero: O cotidiano de mulheres pesquisadoras em Psicologia [Tese de Doutorado,Universidade Federal do Rio Grande do Norte]. Repositório institucional da UFRN. https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/46618
Dimenstein, M. (2000). A cultura profissional do psicólogo e o ideário individualista: implicações para a prática no
campo da assistência pública à saúde. Estudos de Psicologia (Natal), 5(1), 95-121. https://doi.org/10.1590/S1413-
X2000000100006
Harding, S. G. (1996). Ciencia y feminismo. (P. Manzano, Trad.). Ediciones Morata.
Harding, S. (2019). A instabilidade das categorias analíticas na teoria feminista. In H. B. Hollanda (Org.), Pensamento
Feminista: conceitos fundamentais (pp. 95-118). Bazar do Tempo.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE]. (2019). Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil. Estudos e
Pesquisas – Informação Demográfica e Socioeconômica, (41), 1-12. https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/
liv101681_informativo.pdf
Lander, E. (2000). ¿Conocimiento para qué? ¿Conocimiento para quién? Reflexiones sobre la universidad y la
geopolítica de los saberes hegemónicos. Estudios latinoamericanos, 7(12-13), 25-46. http://dx.doi.org/10.22201/cela.24484946e.1999.12-13.52369
Lhullier, L. A. (Org.). (2013). Quem é a Psicóloga brasileira? Mulher, Psicologia e Trabalho. Conselho Federal de Psicologia. https://site.cfp.org.br/publicacao/quem-e-a-psicologa-brasileira/
Lino, T. R., & Mayorga, C. (2020). Psicólogas, cientistas e feministas: a produção de si e de uma ciência psicológica
posicionada. Aedos: revista do corpo discente do programa de pós-graduação em história da UFRGS (ONLINE),
(26), 682-713. https://www.seer.ufrgs.br/aedos/article/view/96873
Lloyd, G. (1996). Reason, Science and the Domination of Matter. In E. F. Keller & H. E. Longino (Orgs.), Feminism &
Science (pp. 41-53). Oxford University.
Lopes, M. C. R. (2006). “Universidade produtiva” e trabalho docente flexibilizado. Estudos e Pesquisas em Psicologia,
(1), 35-48. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812006000100004&lng=p
t&nrm=iso
Lugones, M. (2008). Colonialidad y género. Tabula Rasa, (9), 73-101. http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S1794-24892008000200006&lng=en&nrm=iso
Lugones, M. (2014). Rumo a um feminismo descolonial. Revista Estudos Feministas, 22(3), 935-952. https://periodicos.
ufsc.br/index.php/ref/article/view/36755
Mancebo, D. (2010). Trabalho docente na educação superior brasileira: mercantilização das relações e heteronomia
acadêmica. Revista Portuguesa de Educação, 23(2), 73-91. https://doi.org/10.21814/rpe.13987
Meira, C. H. M. G., & Nunes, M. L. T. (2005). Psicologia clínica, psicoterapia e o estudante de psicologia. Paidéia
(Ribeirão Preto), 15(32), 339-343. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-863X2005000300003
Mello, S. L. (1975). Psicologia e profissão em São Paulo. Ática.
Minella, L. S. (2013). Temáticas prioritárias no campo de gênero e ciências no Brasil: raça/etnia, uma lacuna? Cadernos
Pagu, (40), 95-140. https://doi.org/10.1590/S0104-83332013000100003
Quijano, A. (2005). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (Org.), A colonialidade do
saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas (Colección Sur Sur, pp. 118-142). Clacso.
Saavedra, L., & Nogueira, C. (2006). Memórias sobre o feminismo na psicologia: para a construção de memórias futuras. Memorandum, 11, 113-127. http://www.fafich.ufmg.br/~memorandum/a11/saavedranogueira01.pdf
Santos, F. A., & Marques, H. J. (2018). A avaliação da Pós-Graduação Brasileira e a produção do consenso ativo.
InterMeio: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação, 24(47), 123-145. https://periodicos.ufms.br/index.
php/intm/article/view/5907
Santos, J. H. S., & Kind, L. (2016). Produtividade acadêmica e modulações no trabalho do pesquisador em Psicologia.
Psicologia em Revista, 22(1), 223-244. https://doi.org/10.5752/P.1678-9523.2016V22N1P223
Santos, V. M. (2012). Mulheres e homens na política de ciência e tecnologia. UECE/Edmeta.
Santos, V. M. (2016). Uma “perspectiva parcial” sobre ser mulher, cientista e nordestina no Brasil. Revista Estudos
Feministas, 24(3), 801-824. https://doi.org/10.1590/1806-9584-2016v24n3p801
Santos, V. M. (2018). Notas desobedientes: decolonialidade e a contribuição para a crítica feminista à ciência. Psicologia & Sociedade, 30, e200112. https://doi.org/10.1590/1807-0310/2018v30200112
Schiebinger, L. (2001). O feminismo mudou a ciência? (Raul Fiker, Trad.). EDUSC.
Siqueira, M. J. T. (2008). A(s) psicologia(s) e a categoria gênero: anotações para discussão. In A. V. Zanella, M. J. T.
Siqueira, L. A. Lhullier & S. I. Molon (Orgs.), Psicologia e práticas sociais (pp. 251-259). Centro Edelstein de
Pesquisas Sociais.
Tabak, F. (2002). O Laboratório de Pandora: estudos sobre a ciência no feminino. Garamond.
Velho, L. (2006). Prefácio. In L. W. Santos, E. Y. Ichikawa, & D. F. Cargano (Orgs.), Ciência, tecnologia e gênero:
desvelando o feminino na construção de conhecimento (pp. 13-18). IAPAR.
Vergueiro, V. (2016). Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes: uma análise autoetnográfica da cisgeneridade como normatividade [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal da Bahia]. Repositório da UFBA. https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/19685/1/VERGUEIRO%20Viviane%20-%20Por%20inflexoes%20decoloniais%20de%20corpos%20e%20identidades%20de%20genero%20inconformes.pdf
Weber, J. L. A., Ramos, C. C., Mester, A., Lindern, D., Hörlle, K. R., Souza, C. S., Pizzinato, A., & Rocha, K. B.
(2015). Perfil dos pesquisadores bolsistas de produtividade científica em Psicologia do Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Estudos de Psicologia (Campinas), 32(1), 1-11. https://doi.
org/10.1590/0103-166X2015000100001
Yamamoto, O. H., & Oliveira, I. F. (2010). Política Social e Psicologia: uma trajetória de 25 anos. Psicologia: Teoria
e Pesquisa, 26(spe), 9-24. https://doi.org/10.1590/S0102-37722010000500002
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Rocelly Cunha, Magda Dimenstein

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

