Traduzir em português Débarcadères (1922), de Jules Supervielle: problemas, soluções e horizontes

Autores/as

  • Augusto Darde Universidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i41p155-171

Palabras clave:

Jules Supervielle, Débarcadères, plurilinguismo, tradução poética

Resumen

Jules Supervielle (Montevidéu, 1884 – Paris, 1960), escritor franco-uruguaio, publicou a maior parte de sua obra na primeira metade do século XX. Levou a vida deslocando-se entre a América do Sul e a Europa, registrando em seus livros esse percurso de norte a sul e outras dicotomias. Os poemas de Débarcadères (1922) são um exemplo disso, pintando paisagens pluriculturais e estruturas plurilíngues, além de representarem um marco em sua produção, assimilando a influência da estética moderna ao lado dos paradigmas clássicos, que caracterizavam sua escrita até então. No presente artigo, relatamos a prática de tradução em andamento de Débarcadères em português, que teve como ponto de partida nossa tese de doutorado. Comentaremos, em particular, três problemas e suas soluções provisórias: o recurso à figura de linguagem da inversão; o alexandrino espanhol; a palavra que dá título à obra.

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Biografía del autor/a

  • Augusto Darde, Universidade Federal de Pelotas

    Doutor e mestre em Literaturas Estrangeiras Modernas pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor da Área de Francês do Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). 

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Publicado

2025-09-03

Cómo citar

Darde, A. (2025). Traduzir em português Débarcadères (1922), de Jules Supervielle: problemas, soluções e horizontes. Revista Criação & Crítica, 41, 155-171. https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i41p155-171