Colonialidades em Movimento
tessituras do corpo em "Out on Main Street" (1993) de Shani Mootoo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v0i22p85-101Palabras clave:
Gênero, Colonialidade, Corpo, Poder, DiásporaResumen
Os estudos de gênero e a teoria pós-colonial estabeleceram novos paradigmas à perquirição das subjetividades no mundo contemporâneo. No campo dos estudos literários, percebe-se, por exemplo, o crescente número de trabalhos que ora revisitam o cânone ocidental, ora questionam o estatuto do mesmo a partir destas visadas, reelaborando, assim, o que se tem definido por ‘Literatura’, tanto no que tange às vozes autorais tradicionalmente legitimadas, quanto os temas e formas que têm sido privilegiados no decorrer da História. Ao longo deste processo de desconstrução de “verdades” epistêmicas, destaca-se, tanto para a Teoria de Gênero quanto Pós-Colonial, a necessidade de se repensar o papel do corpo na constituição de subjetividades. Assim, este trabalho tem por objetivo analisar, sob uma perspectiva interseccional, o conto “Out on Main Street” (1993) da escritora indocaribenha Shani Mootoo. Acredito que a autora projete textualmente o corpo, trazendo à tona uma crítica das colonialidades de poder e do gênero e seus múltiplos entrecruzamentos na trama social em que a personagem-narradora se vê inserida: da diáspora caribenha. Trabalhos de Aníbal Quijano, Fernanda Belizário, Judith Butler, Leticia Sabsay, entre outros servirão de aporte teórico para esta investigação.
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