Os navios negreiros, as tumbas do mar, e os horrores do tráfico de escravos: diálogos entre as obras de Castro Alves, Maria Firmina dos Reis e Ana Maria Gonçalves

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/vmrp2n93

Palavras-chave:

Literatura, Navio negreiro, Tráfico de escravizados, Escravidão

Resumo

Este artigo tem a intenção de criar um diálogo entre as obras “O navio negreiro” (1883), de Castro Alves, o romance Úrsula (1859), de Maria Firmina dos Reis, e o romance Um defeito de cor (2006), de Ana Maria Gonçalves. O objetivo concentra-se na análise de obras da literatura brasileira que revelem o tráfico de escravizados, por meio dos navios negreiros, para emergir reflexões de como seus autores interpretam essa situação e de que forma isso pode servir de crítica à escravidão.

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Publicado

2026-07-30

Edição

Seção

Artigos e ensaios

Como Citar

Flores, A. R. C., & Alos, A. P. (2026). Os navios negreiros, as tumbas do mar, e os horrores do tráfico de escravos: diálogos entre as obras de Castro Alves, Maria Firmina dos Reis e Ana Maria Gonçalves. Revista Crioula, 37, 172-191. https://doi.org/10.11606/vmrp2n93