Gritos insurgentes em carne viva e hashtag
#Paremdenosmatar e o escrever contra o genocídio do negro brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2019.156316Palavras-chave:
Genocídio do negro brasileiro, Necropolítica, Corpo negro, RacismoResumo
O ensaio percebe algumas crônicas do livro #Paremdenosmatar, de Cidinha da Silva, como textos-denúncia do genocídio do negro no Brasil contemporâneo. Evidencia-se de que maneira as crônicas encenam o estabelecimento de uma necropolítica em torno do corpo negro e de que modo ocorre o seu aniquilamento físico e simbólico. O ensaio também exibe a construção de uma “poética de vida” nas crônicas, capaz de criar espaços ficcionais de resistência da população afro-brasileira.
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Publicado
2019-08-03
Edição
Seção
Dossiê 23: A experiência étnico-racial nas literaturas de língua portuguesa
Como Citar
Coswosk, J. A. (2019). Gritos insurgentes em carne viva e hashtag: #Paremdenosmatar e o escrever contra o genocídio do negro brasileiro. Revista Crioula, 1(23), 154-166. https://doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2019.156316