The Adília Lopes’ poetic play: the pastiche in lyrical feel creation
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2175-3180.v0i17p144-163Keywords:
Pastiche and Parody, Life and Work, Adília LopesAbstract
From the studies about the pastiche, distinguish it from the notion of parody, beyond the tense relationship between life and work, poetry and prose and fiction and reality, this paper analyses some poems by contemporary portuguese poet Adília Lopes present in the books Antologia, published in 2002 and in Dobra, published in 2009.
Downloads
References
CAMARGO, Goiandira. Subjetividade e experiência de leitura na poesia lírica brasileira contemporânea. In: PEDROSA, Célia; ALVES, Ida. Subjetividades em devir: estudos de poesia moderna e contemporânea. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008, p. 99 – 107.
DELEUZE, Gilles. Leibniz e o barroco. Tradução Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Papirus, 1991.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-édipo: capitalismo e esquizofrenia. Tradução Luiz B. L. Orlandi. São Paulo: Editora 34, 2010.
DERRIDA, Jacques. A farmácia de Platão. Tradução Rogério Costa. São Paulo: Iluminuras, 2005.
_____.Gramatologia. Tradução Miriam Chnaidermam e Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Perspectiva, 2008.
DIOGO, Américo. Entrevista com Adília Lopes. In.: Inimigo Rumor. N. 10. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2001.
EVANGELISTA, Lúcia. A vida em comum: a poética de Adília Lopes. Dissertação de Mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes. Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2011.
GENETTE, Gérard. Palimpsestes: la littérature au second degré. Paris: Éditions du Seuil, 1982.
HOESTEREY, Ingeborg. Pastiche: cultural memory in art, film and literature. New York: Indiana University Press, 2001.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da paródia: ensinamentos das formas de arte do século XX. Tradução Teresa Louro Pérez. Lisboa: Edições 70, 1985.
JAMESON, Fredric. Pós-modernidade e sociedade de consumo. Novos Estudos/CEBRAP. jun./1985, n.12. p. 16 - 26.
_____. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. Tradução Maria Eliza Cevasco. São Paulo: Ática, 1997.
_____. A virada cultural: reflexões sobre o pós-modernismo. Tradução Carolina Araújo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à internet. Tradução Jovita Maria Gerheim Noronha e Maria Inês Coimbra Guedes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
LOPES, Adília. Antologia. São Paulo/Rio de Janeiro: Cosac & Naify/7 Letras: 2002.
_____. Dobra: poesia reunida. Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.
MARTELO, Rosa. Adília Lopes – ironista. Scripta, Belo Horizonte, v. 8, n. 15, p. 106 – 116, 2004.
MELO, Sónia. As sete vidas de Adília Lopes ou o renascer da “mulher-osga”. Convergência Lusíada. n. 35, Jan. – Jun., 2016.
PEDROSA, Célia. Poesia contemporânea: crise, mediania e transitividade (uma poética do comum). In: PEDROSA, Célia; ALVES, Ida. Subjetividades em devir: estudos de poesia moderna e contemporânea. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008, p. 41 – 50.
_____. Adília e Baudelaire: leituras do fim. Alea: Estudos Neolatinos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, p. 118 – 130, 2007.
PROUST, Marcel. Pastiches et mélanges. Paris: Éditions L’imaginaire Gallimard, 2009.
ROSE, Margaret. Parody: ancient, modern and post-modern. New York: Cambridge University Press, 1993.
SANTIAGO, Silviano. Glossário de Derrida. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 1976.
SOUSA, Phabulo. A tessitura poética de Adília Lopes. Dissertação de Mestrado em Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade de São Paulo. 2014.
SÜSSEKIND, Flora. Com outra letra que não a minha. In: LOPES, Adília. Antologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2017 Paulo Alberto da Silva Sales

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
O(s) autor(es) declara(m) automaticamente ao enviar um texto para publicação na revista Desassossego que o trabalho é de sua(s) autoria(s), assumindo total responsabilidade perante a lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, no caso de plágio ou difamação, obrigando-se a responder pela originalidade do trabalho, inclusive por citações, transcrições, uso de nomes de pessoas e lugares, referências histórias e bibliográficas e tudo o mais que tiver sido incorporado ao seu texto, eximindo, desde já a equipe da Revista, bem como os organismos editoriais a ela vinculados de quaisquer prejuízos ou danos.
O(s) autor(s) permanece(m) sendo o(s) detentor(es) dos direitos autorais de seu(s) texto(s), mas autoriza(m) a equipe da Revista Desassossego a revisar, editar e publicar o texto, podendo esta sugerir alterações sempre que necessário.
O autor(s) declara(m) que sobre o seu texto não recai ônus de qualquer espécie, assim como a inexistência de contratos editoriais vigentes que impeçam sua publicação na Revista Desassossego, responsabilizando-se por reivindicações futuras e eventuais perdas e danos. Os originais enviados devem ser inéditos e não devem ser submetidos à outra(s) revista(s) durante o processo de avaliação.
Em casos de coautoria com respectivos orientadores e outros, faz-se necessária uma declaração do coautor autorizando a publicação do texto.
Entende-se, portanto, com o ato de submissão de qualquer material à Revista Desassossego, a plena concordância com estes termos e com as Normas para elaboração e submissão de trabalhos. O não cumprimento desses itens ou o não enquadramento às normas editoriais resultará na recusa do material.