Subversões perversas da escrita: espaço e corpo, testemunhos em Gonçalo M. Tavares
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2175-3180.v10i20p120-140Palavras-chave:
Literatura Comparada, História, Escrita, Testemunhos, Gonçalo M. TavaresResumo
O presente trabalho analisa as representações do espaço, do corpo e dos testemunhos no livro Uma menina está perdida no seu século à procura do pai (2015), do autor português contemporâneo Gonçalo M. Tavares. Toma-se como recorte a presença da personagem Moebius e dos elementos que o circundam. Acredita-se que Gonçalo M. Tavares utiliza essa personagem como matriz para uma avaliação dos instrumentos da historiografia e das formas de construção do passado por essa ciência. Dessa forma, ele põe em xeque a imagem da escrita acerca do Holocausto, determinando seus limites e como o teor testemunhal (SELIGMANN-SILVA, 2003) responde a esse procedimento.
Downloads
Referências
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2018 Fabio Fadul Moura

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
O(s) autor(es) declara(m) automaticamente ao enviar um texto para publicação na revista Desassossego que o trabalho é de sua(s) autoria(s), assumindo total responsabilidade perante a lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, no caso de plágio ou difamação, obrigando-se a responder pela originalidade do trabalho, inclusive por citações, transcrições, uso de nomes de pessoas e lugares, referências histórias e bibliográficas e tudo o mais que tiver sido incorporado ao seu texto, eximindo, desde já a equipe da Revista, bem como os organismos editoriais a ela vinculados de quaisquer prejuízos ou danos.
O(s) autor(s) permanece(m) sendo o(s) detentor(es) dos direitos autorais de seu(s) texto(s), mas autoriza(m) a equipe da Revista Desassossego a revisar, editar e publicar o texto, podendo esta sugerir alterações sempre que necessário.
O autor(s) declara(m) que sobre o seu texto não recai ônus de qualquer espécie, assim como a inexistência de contratos editoriais vigentes que impeçam sua publicação na Revista Desassossego, responsabilizando-se por reivindicações futuras e eventuais perdas e danos. Os originais enviados devem ser inéditos e não devem ser submetidos à outra(s) revista(s) durante o processo de avaliação.
Em casos de coautoria com respectivos orientadores e outros, faz-se necessária uma declaração do coautor autorizando a publicação do texto.
Entende-se, portanto, com o ato de submissão de qualquer material à Revista Desassossego, a plena concordância com estes termos e com as Normas para elaboração e submissão de trabalhos. O não cumprimento desses itens ou o não enquadramento às normas editoriais resultará na recusa do material.