As Confissões como elogio do diálogo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2019.159272

Palabras clave:

Agostinho, Confissões, Diálogo, Narrativa, Exegese

Resumen

O artigo é a primeira parte de um trabalho que propõe ler as Confissões como um diálogo, no conteúdo e na forma. Um diálogo pretendido (e falhado) com Deus, e também um diálogo segundo sua forma de composição. O prólogo geral da obra será apresentado como lugar de formulação de impasses teóricos, que darão unidade à investigação desenvolvida no conjunto dos treze livros. A elaboração dos impasses, já no prólogo, dependerá do uso e da crítica de modelos consagrados. Ao manejar e se distanciar de modelos retóricos e religiosos, o Autor transforma sua prece inaugural, aparentemente tradicional, em exórdio a um diálogo ainda não constituído. Ali ele disporá uma alternativa, com diretrizes cuja realização dependerá das seções autobiográfica e exegética da obra.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Publicado

2019-06-24

Número

Sección

Artigos

Cómo citar