O cogito como representação e como presença: duas perspectivas da relação de si a si em Descartes

Autores/as

  • Telma de Souza Birchal Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2000.38049

Palabras clave:

Cogito, sujeito, representação, reflexão, consciência imediata de si, presença, ego

Resumen

O artigo enfoca duas maneiras possíveis, não necessariamente excludentes, de se compreender o “'penso, logo existo" cartesiano: a primeira, enquanto representação de si, decorre de uma compreensão do eu como sujeito, quer dizer, de um sujeito diante de um objeto e se remete a uma consciência refletida de si; a segunda, como presença a si mesmo,  é relativa a uma compreensão do ego como ser ou existência, dados numa experiência originária se remete a uma consciência imediata de si. O artigo pretende também apontar as possibilidades e os limites de cada uma destas leituras

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Biografía del autor/a

  • Telma de Souza Birchal, Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.
    Professora do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Referencias

Publicado

2000-12-09

Número

Sección

Nao definda

Cómo citar

Birchal, T. de S. (2000). O cogito como representação e como presença: duas perspectivas da relação de si a si em Descartes. Discurso, 31, 441-462. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2000.38049