A teoria das pulsões como ontologia negativa

Autores/as

  • Vladimir Safatle Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2007.38076

Palabras clave:

pulsão, angústia, morte, negação, ontologia

Resumen

Trata-se aqui de defender a tese a respeito do caráter ontológico da teoria psicanalítica das pulsões. O reconhecimento de tal caráter ontológico será uma das contribuições maiores de psicanalistas como Jacques Lacan, e não está em contradição com certos modos de encaminhamento do problema do estatuto das pulsões em Freud. No entanto, a teoria das pulsões, ao menos em sua versão lacaniana, exige algo como uma ontologia negativa, ou seja, uma ontologia fundada no reconhecimento da irredutibilidade ontológica da negação.

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Biografía del autor/a

  • Vladimir Safatle, Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
    Profesor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Referencias

Publicado

2007-06-09

Número

Sección

Nao definda

Cómo citar

Safatle, V. (2007). A teoria das pulsões como ontologia negativa. Discurso, 36, 151-192. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2007.38076