Hume, contemporâneo à arte contemporânea

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DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2025.240581

Mots-clés :

Arte contemporânea, ceticismo, estética, David Hume

Résumé

O objetivo com estas linhas é o de articular o pensamento do David Hume com a arte contemporânea. A sugestão é que a proximidade entre o ceticismo e a poesia torna mais suave entender como objetos comuns se tornam obras de arte, como caixas de sabão em pó ou simples cadeiras são feitas em operações visuais de conceitos. A arte contemporânea seria dependente, no seu largo espectro, da habilidade de perceber como um cético. O tempo, para Hume, não é extemporâneo à natureza humana, mas contemporâneo. As obras de arte não são anacrônicas entre si, mas estão em relação de horizontalidade, elas são contemporâneas entre si mesmas, porque se relacionam num mesmo tempo, o da imagem.

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Références

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Publiée

2025-06-30

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Comment citer

Kiraly, C. (2025). Hume, contemporâneo à arte contemporânea. Discurso, 55(1), 80-107. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2025.240581