Moral e espécie: Diderot e o paradoxo do homem virtuoso

Autori

  • Maria das Graças de Souza Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.1992.37946

Parole chiave:

determinismo, materialismo, naturalismo.

Abstract

Para Diderot, o principio que deve regular a politica é o da continuidade: entre o material, o moral e o político não há ruptura ou mutação. Este princípio perrnite pensar como tensão paradoxal, e não como contradição insolúvel, a relação entre a tendência individual para a felicidade e as exigências da moralidade.

Downloads

La data di download non è ancora disponibile.

Riferimenti bibliografici

Pubblicato

1992-08-09

Fascicolo

Sezione

Nao definda

Come citare

Souza, M. das G. de. (1992). Moral e espécie: Diderot e o paradoxo do homem virtuoso. Discurso, 19, 7-28. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.1992.37946