Reforma Trabalhista de 2017 e flexibilização: evidências para a indústria da construção civil do Brasil

Autores

  • Antônio de Oliveira Leite Neto Universidade Federal da Bahia image/svg+xml
  • Diana Lúcia Gonzaga da Silva Universidade Federal da Bahia image/svg+xml
  • Stélio Coêlho Lombardi Filho Universidade Federal da Bahia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/1980-5330/ea203587

Palavras-chave:

reforma trabalhista, flexibilização, construção civil, emprego, trabalho

Resumo

A Reforma Trabalhista brasileira de 2017 promoveu contratos de trabalho mais flexíveis. Evidências empíricas indicam que a flexibilização aumenta o emprego, mas pode gerar perdas de bem-estar. Nesse sentido, este estudo buscou analisar a relação entre os contratos intermitente e parcial e o emprego, jornada de trabalho e remuneração na indústria da construção civil. A estratégia empírica adotada consistiu em utilizar um modelo de diferenças em diferenças sobre um painel de dados dos estabelecimentos extraído da RAIS para o período de 2015 a 2019. Os resultados sugerem o aumento do emprego e a redução dos salários e jornadas no setor.

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Biografia do Autor

  • Antônio de Oliveira Leite Neto, Universidade Federal da Bahia

    Universidade Federal da Bahia. E-mail: antonioleiteneto1998@gmail.com

  • Diana Lúcia Gonzaga da Silva, Universidade Federal da Bahia

    Universidade Federal da Bahia. Email: dlgsilva@ufba.br

    https://orcid.org/0000-0002-6087-918X

  • Stélio Coêlho Lombardi Filho, Universidade Federal da Bahia

    Universidade Federal da Bahia. Email: stelio.filho@ufba.br

    https://orcid.org/0000-0001-7753-5351

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Publicado

2025-06-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Leite Neto, A. de O., Silva, D. L. G. da, & Lombardi Filho, S. C. (2025). Reforma Trabalhista de 2017 e flexibilização: evidências para a indústria da construção civil do Brasil. Economia Aplicada, 29(2), 291-327. https://doi.org/10.11606/1980-5330/ea203587