Hayek e a racionalidade econômica: entre o instituto e a razão
DOI:
https://doi.org/10.11606/1980-535720n4jmlsmPalavras-chave:
Liberalismo, Instinto, Moral, Planejamento, Razão (limites da), Racionalismo(contrutivista e evolutivo), Socialismo, Tradição, UtilitarismoResumo
O objetivo deste texto é mostrar que a racionalidade econômica exige a consideração de um terceiro domínio de fenômenos e objetos sociais, nem instintivos na origem nem o resultado da invenção consciente ou construção propositada: o domínio das estruturas evolucionadas e auto regulantes s da socledade através da seleção 'natural' das normas de ação e percepção. Um domínio (entre o instinto e a razão) que é sistematicamente negligenciado pela corrente dominante nas ciências sociais: a ordem espontânea. Na verdade, para Hayek, a ordem do nosso meio social só parcialmente e o resultado do desígnio humano. É precisamente à tentação de ver tudo como produto intencionado da
ação humana que Hayek chama a presunção fatal. Uma presunção fatal que desconhece que o ponto de vista de que nem toda a ordem que resulta do inter-jogo das ações humanas é resultado do desígnio humano é, de fato, o começo da teoria social.
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Direitos autorais (c) 1990 José Manuel Lopes da Silva Moreira

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Atualizado em 30/01/2026