Símbolo e signo: o dinheiro no capitalismo contemporâneo

Autores

  • Leda Maria Paulani Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. Departamento de Economia
  • Leonardo André Paes Müller Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas. Departamento de Filosofia

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-41612010000400002

Palavras-chave:

símbolo, signo, dinheiro, teoria monetária de Marx, capitalismo contemporâneo

Resumo

O presente texto busca refletir sobre a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo, debruçandose particularmente sobre o fato de que, atualmente, não só no plano nacional, mas também no mundial, o objeto que corporifica o dinheiro é inconversível, ou seja, não tem lastro, nem nenhuma relação, por remota que seja, com uma mercadoria de verdade. O enfoque teórico é aquele oferecido pela teoria de Marx, paradigma esse que é tratado a partir de uma leitura hegeliana. Partimos da diferença entre símbolo e signo, para mostrar de que maneira Marx, movendo-se no arcabouço hegeliano, pôde construir uma linguagem das mercadorias, onde o dinheiro - e a autonomia que ele detém ante as coisas que representa - tem papel de destaque, associando, finalmente, essa construção teórica com a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo.

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Referências

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Publicado

01-12-2010

Edição

Seção

Não definida

Como Citar

Paulani, L. M., & Müller, L. A. P. (2010). Símbolo e signo: o dinheiro no capitalismo contemporâneo. Estudos Econômicos (São Paulo), 40(4), 793-817. https://doi.org/10.1590/S0101-41612010000400002